eu et modes de participation des enfants de 0 à 3 ans
DOI :
https://doi.org/10.5007/1980-4512.2026.e109440Mots-clés :
Brincar, Modos de participação, Educação Infantil, CrecheRésumé
Cet article théorique et réflexif, fondé sur une approche qualitative, cherche à comprendre le jeu comme une forme de participation des enfants dès la petite enfance dans les contextes de crèche, en mettant en évidence ses dimensions relationnelles et culturelles dans les expériences quotidiennes entre enfants, adultes et environnement éducatif. S’appuyant sur les Études de l’Enfance, la Sociologie de l’Enfance et la Pédagogie de l’Enfance, il conçoit le jeu comme une pratique sociale et politique à travers laquelle les enfants produisent du sens, construisent des relations et participent activement à la vie collective. La réflexion s’appuie sur des notes écrites et des enregistrements photographiques réalisés entre 2022 et 2024 dans des crèches de Florianópolis (Brésil), et analyse le cadre relationnel de la crèche selon une perspective dialogique, mettant en évidence le jeu comme l’un des modes de participation des enfants.
Références
ASSEMBLEIA GERAL DAS NAÇÕES UNIDAS. Convenção sobre os Direitos da Criança. Nova Iorque: Organização das Nações Unidas, 1989. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/convencao-sobre-os-direitos-da-crianca. Acesso em: 25 set. 2025.
BUSS-SIMÃO, Márcia; ROCHA, Eloisa Acires Candal. Nota crítica sobre a composição de pedagogias para a educação infantil. Em Aberto, Brasília, v. 30, n. 100, p. 83-93, set./dez. 2017.
COMITÊ DOS DIREITOS DA CRIANÇA. Comentário Geral n.º 17 (2013) sobre o direito da criança ao repouso, lazer, jogo, atividades recreativas, vida cultural e artes (artigo 31). Genebra: Nações Unidas, 2013. Disponível em: https://www.ohchr.org/en/documents/general-comments/crc-c-gc-17-general-comment-no-17-2013-right-child-rest-leisure-play. Acesso em: 25 set. 2025.
CORSARO, William. Sociologia da Infância. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
COUTINHO, Angela Maria Scalabrin. A ação social dos bebês: um estudo etnográfico no contexto da creche. Tese (Doutoramento em Estudos da Criança Especialidade em Sociologia da Infância). Universidade do Minho, Instituto de Educação, 2010. Disponível em: https://abrir.link/BtjC Acesso em 15 out. 2025.
COUTINHO, Angela Maria Scalabrin; VIEIRA, Daniela Marques. Ação social dos bebês, as narrativas visuais e a constituição da docência. Poiésis: Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação da Unisul, Tubarão, v. 13, n. 24, p. 256-275, jul./dez. 2019. Disponível em: https://portaldeperiodicos.animaeducacao.com.br/index.php/Poiesis/article/view/8210/4630 Acesso em 20 out. 2025.
CROWLEY, Anne; LARKINS, Cath; PINTO, Luís Manuel. Listen – Act – Change: Council of Europe Handbook on Children’s Participation. Estrasburgo: Conselho da Europa, 2020.
FERNANDES, Natália. Infância, direitos e participação: representações, práticas e poderes. Porto: Edições Afrontamento, ISBN 978-972-36-1004-8. 2009.
FERREIRA, Manuela; LIMA, Patrícia de Moraes. Infância e etnografia: dialogia entre alteridades e similitudes. Perspectiva, Florianópolis, v. 38, n. 1, p. 1-14, mar. 2020. DOI: 10.5007/2175-795X.2020.e61820. Disponível em: https://doi.org/10.5007/2175-795X.2020.e61820. Acesso em: 8 out. 2025.
FERREIRA, Manuela; TOMÁS, Catarina. Investigação com crianças: é possível escapar à observação? In: VIEIRA, Cristina (org.). Temas, contextos e desafios da investigação qualitativa em educação. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2022. p. 269-296. Disponível em: https://www.scielo.br/j/er/a/CDPk6XzvTHYjmcKNWzBywRN/. Acesso em: 25 set. 2025.
HAMMARBERG, Thomas. The UN Convention on the Rights of the Child and how to make it work. Human Rights Quarterly, Baltimore, v. 12, n. 1, p. 97-105, 1990. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/762167. Acesso em: 25 set. 2025.
HALL, Edward T. The dance of life: the other dimension of time. New York: Anchor Books, 1983.
LIGNIER, Wilfried. Prendre: naissance d’une pratique sociale élémentaire. Paris: Seuil, 2019.
MUNIZ, Jacira Carla Bosquetti. “E quem vai cuidar de mim, profe?”: o cuidado como constitutivo da docência na educação infantil. Tese (Doutorado em Educação) Universidade Federal de Santa Catarina, 2024. disponível em:https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259830 Acesso em 15 out. 2025
ORRMALM, Alex. Culture by babies: imagining everyday material culture through babies’ engagements with socks. Childhood, v. 27, n. 1, p. 93-105, fev. 2020. DOI: 10.1177/0907568219881676. Disponível em: https://doi.org/10.1177/0907568219881676.
OSWELL, David. Agência. In: TOMÁS, Catarina; TREVISAN, Gabriela; LEOTE DE CARVALHO, Maria João; FERNANDES, Natália. Conceitos-chave em Sociologia da Infância: perspetivas globais. Braga: Universidade do Minho, 2021. p. 21-27. Disponível em: https://ebooks.uminho.pt/index.php/uminho/catalog/view/36/113/1187. Acesso em: 8 out. 2025.
ROCHA, Eloisa Acires Candal. A pedagogia e a educação infantil. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 3, n. 9, p. 31-38, jan./abr. 2001. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbedu/a/v3P9wYtgnVDf3DcVcywdLSK/?lang=pt. Acesso em: 25 set. 2025.
SARMENTO, Manuel Jacinto. Gerações e alteridade: interrogações a partir da sociologia da infância. Educação & Sociedade, Campinas, v. 26, n. 91, p. 361-378, maio/ago. 2005. Disponível em: http://www.cedes.unicamp.br. Acesso em: 8 out. 2025.
SCHMITT, Rosinete Valdeci. As relações sociais entre professoras, bebês e crianças pequenas: contornos da ação docente. Tese (Doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2014. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/135380. Acesso 15 out 2025.
SCHMITT, Rosinete Valdeci. O encontro com bebês e entre bebês: uma análise do entrelaçamento das relações. In: ROCHA, Eloisa Acires Candal; KRAMER, Sônia. (orgs.). Educação infantil: enfoque em diálogo. Campinas: Papirus, 2011. p. 17-35.
SCHMITT, Rosinete Valdeci. Relações entre adultos e bebês na educação infantil: indícios para compreensão de uma docência não linear. Poiésis: Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação da Unisul, Tubarão, v. 13, n. 24, p. 313-330, jul./dez. 2019. Disponível em: https://portaldeperiodicos.animaeducacao.com.br/index.php/Poiesis/article/view/821. Acesso em: 25 set. 2025.
STOECKLIN, Daniel. Ação social. In: TOMÁS, Catarina; TREVISAN, Gabriela; LEOTE DE CARVALHO, M. João; FERNANDES, Natália (eds.). Conceitos-chave em Sociologia da Infância: perspetivas globais. Braga: Universidade do Minho, 2021. p. 21-27. Disponível em: https://ebooks.uminho.pt/index.php/uminho/catalog/view/36/113/1187. Acesso em: 8 out. 2025.
TOMÁS, Catarina. Além de uma visão dominante sobre as crianças pequenas: gramáticas críticas na educação de infância. Humanidades & Inovação, Palmas, v. 4, n. 1, p. 13-20, 2017. Disponível em: https://revista.unitins.br/index.php/humanidadeseinovacao/issue/view/20. Acesso em: 8 out. 2025.
TOMÁS, Catarina. Há muitos mundos no mundo: cosmopolitismo, participação e direitos da criança. Porto: Edições Afrontamento, ISBN 978-972-36-1193-9. 2011.
TREVISAN, Gabriela de Pina. “Somos as pessoas que temos de escolher, não são as outras pessoas que escolhem por nós”: infância e cenários de participação pública – uma análise sociológica dos modos de codecisão das crianças na escola e na cidade. 2014. Tese (Doutoramento em Estudos da Criança – Sociologia da Infância) – Universidade do Minho, Braga, 2014. Disponível em: https://repositorio.uminho.pt/handle/1822/35121. Acesso em: 8 out. 2025.
Téléchargements
Publiée
Numéro
Rubrique
Licence
© Catarina Tomás, Rosinete Schmitt 2026

Ce travail est disponible sous licence Creative Commons Attribution - Pas d’Utilisation Commerciale 4.0 International.
As pessoas autoras cedem à revista Zero-a-Seis os direitos exclusivos de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution (CC BY) 4.0 International. Esta licença permite que terceiros remixem, adaptem e criem a partir do trabalho publicado, atribuindo o devido crédito de autoria e publicação inicial neste periódico.
As pessoas autoras têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicada neste periódico (ex.: publicar em repositório institucional, em site pessoal, publicar uma tradução, ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial neste periódico.
