Experiences between Body and Play
DOI:
https://doi.org/10.5007/1980-4512.2024.e98572Keywords:
Child, Experience, Body, PlayAbstract
This text presents two phenomenological incursions experienced during a doctoral internship in Berlin in 2020, the year the SARS-CoV-2 pandemic began. The aim is to highlight the potential of play as a means for children to resist and understand the world, understood here as an expressive and powerful way of dealing with and reinventing reality. As a starting point, I outline a brief overview of how Germany faced the beginning of the pandemic, in order to situate this context between two key elements of the experience: the body and play. In the following sessions, the games created by Nina reveal gaps that allow concrete forms of contesting reality through play. Then, I describe what I was able to "capture" from these experiences with the help of Merleau-Ponty (1999), Manoel de Barros (2010a, 2010b), Milton Santos (1997; 1999), among others. Finally, I propose a conclusion, pointing to play as a subversive and transformative force for children.
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