Atividades prático-experimentais no ensino de Física

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7941.2017v34n1p265

Palavras-chave:

Atividade Prático-experimental, Laboratório Didático, Ensino de Física

Resumo

Neste trabalho, apresentamos uma discussão sobre o papel das atividades prático-experimentais no ensino de física a partir de nossas leituras. Trata-se de uma reflexão sobre essas atividades que são consideradas essenciais a fim de minimizar as dificuldades em aprender e ensinar. Para tal, trouxemos autores que não somente defendem seu uso como também aqueles que são críticos sobre a função pedagógica dessas atividades tal como são realizadas, sobretudo entre os pesquisadores que associam seu uso ao reforço de uma visão ingênua e positivista da ciência. Espera-se, assim, contribuir com uma reflexão crítica dos atores envolvidos com o ensino de física que tenham como objeto de investigação o laboratório didático.

Biografia do Autor

Marcus Vinicius Pereira, Instituto Federal do Rio de Janeiro

lattes.cnpq.br/7374980263691850

Marcus Vinicius Pereira possui Licenciatura em Física (1999) e Pós-Graduação Lato Sensu em Ensino de Física (2000) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática na área de Novas Tecnologias no Ensino de Física (2007) pelo Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ) e Doutorado em Educação em Ciências e Saúde (2013) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mantém vínculo com o Laboratório de Vídeo Didático (LVE) do Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde (NUTES) e coordena o Laboratório de Pesquisa em Tecnologia, Educação e Cultura (LABTEC) do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), onde atua como professor e pesquisador desde 2006. Leciona Física em cursos de nível médio-técnico, e disciplinas nos cursos de Especialização em Ensino de Ciências e de Mestrado em Ensino de Ciências do IFRJ, onde orienta alunos de pós-graduação. De 1999 a 2007 foi Professor Docente I da Secretaria do Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEE-RJ). Atua na área de Educação em Ciências, com ênfase na tríade Tecnologia, Educação & Cultura, que dá nome ao Grupo de Pesquisa que lidera (GPTEC - www.gptec.org). Atua também no Grupo de Estudos de Recepção Audiovisual em Educação em Ciências e Saúde (GERAES - www.nutes.ufrj.br/geraes/). Seus interesses de pesquisa têm se concentrado em investigar a produção e a recepção audiovisual em contextos educativos do ensino de ciências. Sua publicação nos últimos anos concentra-se em artigos em periódicos, livros, trabalhos em eventos nacionais e internacionais, além de trabalhos técnicos, cursos e materiais instrucionais. Orienta estudantes de mestrado, de especialização e de iniciação científica. Foi contemplado no Edital FAPERJ Nº 06/2015 - programa 'Jovem Cientista do Nosso Estado - 2015' com o projeto intitulado "Análise do uso de vídeos como ferramenta complementar de estudo no ensino de ciências".

Maria Cristina do Amaral Moreira, Instituto Federal do Rio de Janeiro

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Santa Úrsula (1979), Mestrado em Educação pela Universidade Federal Fluminense (2005) e Doutorado em Educação em Ciências e Saúde pelo NUTES/UFRJ (2013) com a pesquisa focada no livro didático de Ciências. Atualmente encontra-se como conteudista-coordenadora do 9 ano do CEDERJ e professora permanente do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do IFRJ de Nilópolis.

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Publicado

2017-05-05

Edição

Seção

Atividades experimentais no ensino de Física