A estética da mercadoria digital: uma análise dos padrões de beleza no Instagram sob a ótica da Teoria Crítica
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-8042.2026.e113207Palavras-chave:
Indústria cultural, Pseudoformação, Modelagem, Corpo, Influenciadores digitaisResumo
Pretende-se com este trabalho investigar a relação entre o campo da Indústria Cultural, o trabalho, a alienação, a estética e a padronização dos sujeitos, na interface com a profissão de influenciador digital. Assim, podemos dizer que o desenvolvimento científico, a racionalidade administrada e a razão subjetiva mergulharam a sociedade em uma crise sem precedentes. Neste sentido, as grandes narrativas caíram por terra e o projeto iluminista começava a ser questionado, pois a civilização caminhava rumo à barbárie e não para a emancipação. A Revolução Francesa e a Revolução Industrial jamais libertaram os homens de sua ignorância; apenas trouxeram como resultado a ilusão do conhecimento racional, que fortaleceu o embrutecimento dos indivíduos em seu processo de desenvolvimento social, político e econômico. Todos esses acontecimentos alteraram de modo significativo o processo de consciência dos sujeitos, no qual os mecanismos ideológicos de dominação dos indivíduos, como a Indústria Cultural, a pseudoformação, a modelagem e a figura do influenciador digital do Instagram, fortaleceram as representações sociais na deformação e modelagem dos sujeitos por meio de comportamentos submissos e alienados.
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