A cidadania ferida no país da Copa: as obras públicas para os megaeventos sob o sorriso do lagarto

Autores

  • Manoel Montanha Soares Universidade de Brasília
  • Daniel Cantanhede Behmoiras Universidade de Brasília
  • Juarez Oliveira Sampaio Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8042.2013v25n41p128

Palavras-chave:

Cidadania, Mega Eventos, Estado, Classe Dominante

Resumo

 

Este artigo procura abordar a realidade complexa que se imiscui na produção de um imaginário cidadão acerca da construção dos mega eventos esportivos no qual o Brasil será sede. Exploraremos a relação que a classe dominante estabelece com o poder público, os seus interesses escusos e promíscuos com o erário público e a forma como esta trata a cidadania. Vende-se um discurso de participação e democracia brindada pelas festividades “populares” da copa do mundo e dos jogos olímpicos. Desta forma, faremos uma análise bibliográfica do cenário que permeia a construção de eventos de tamanha envergadura, em concomitância com a postura da sociedade civil e opinião pública diante da promessa dos legados sociais.

Biografia do Autor

Manoel Montanha Soares, Universidade de Brasília

Atualmente professor da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília e professor no Ensino Noturno na EJA.

Daniel Cantanhede Behmoiras, Universidade de Brasília

Atualmente professor Assistente da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília

Juarez Oliveira Sampaio, Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal

Mestre em educação física pela universidade de Brasília e professor da rede pública de ensino de Brasília

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Publicado

2013-11-26