ANTÍTESE OU REINVENÇÃO DA FEMINILIDADE? as mulheres fisiculturistas e os engendramentos da cultura da "malhação"

Adriana Estevão, Marcos Bagrichevsky

Resumo


O presente ensaio intenciona discorrer sobre questões acerca das mulheres adeptas à
cultura da ‘malhação’, em particular, aquelas praticantes do fisiculturismo, cujo objetivo é desenvolver
um incrível volume muscular. As fisiculturistas buscam alcançar determinado padrão estético, peculiar a
essa modalidade e é aceitável entre elas, para consegui-lo, que se usurpe os limites fisiológicos humanos
e que se ‘rompa’ o modelo venusiano de feminilidade, fortemente veiculado na sociedade
contemporânea. A questão evocada em primeiro plano é: o que faz com que elas desejem ter corpos
incrivelmente hipertrofiados, já que tal fato implica estarem muito próximas aos corpos masculinos?
Para tentar desenvolver essa problemática, foram analisadas as subjetividades e engendramentos que a
perpassam, na contextualização de tal paradoxo.

Palavras-chave


Educação Física; Esporte; Lazer

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DOI: https://doi.org/10.5007/%25x



R. Motriviv., Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, ISSNe: 2175-8042.

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