Olhares de professores homens de Educação Infantil: conquistas e preconceitos

Josiane Peres Gonçalves, Adriana Horta de Faria, Maria das Graças Fernandes de Amorin dos

Resumo


O objetivo desta pesquisa é verificar quais são as representações sociais de professores homens que atuam com crianças na faixa etária de 0 a 5 anos matriculadas em instituições públicas de educação infantil no Estado de Mato Grosso do Sul. Como metodologia foi usada a técnica de entrevista a partir de questionário semiestruturado, entrevistas que foram gravadas em áudio, transcritas e analisadas sob a perspectiva das representações sociais com professores de quatro municípios do referido Estado. Os resultados apontam que os professores do sexo masculino são limitados quanto à sua atividade, pois não é permitido que executem tarefas próprias da profissão, como banho e troca de fraldas, pois o receio da pedofilia é evidente. As discussões sugerem que poucos homens optam pela carreira docente, isso devido ao fato de ser considerada uma profissão feminina. Como conclusão, pode-se afirmar que a educação infantil deve oferecer às crianças contato com adultos, que são as suas referências, de ambos os sexos, especialmente na escola, local em que elas iniciam a socialização fora da família. Nesse sentido, pode-se afirmar que homens podem, sim, contribuir de forma positiva com o processo de educação escolar de crianças.


Palavras-chave


Representações sociais; Educação infantil; Homens professores

Texto completo:

PDFA


DOI: https://doi.org/10.5007/2175-795X.2016v34n3p988



Direitos autorais 2017 Josiane Peres Gonçalves, Adriana Horta de Faria, Maria das Graças Fernandes de Amorin dos

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Perspectiva, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. ISSN print 0102-5473, ISSN 2175-795X.

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