Continuidades e rupturas na história da eugenia: uma análise a partir das publicações de Renato Kehl no Pós-Segunda Guerra Mundial

Autores

  • Leonardo Dallacqua de Carvalho Fundação Instituto Oswaldo Cruz - FIOCRUZ
  • Vanderlei Sebastião de Souza Universidade Estadual do Centro-Oeste – Unicentro

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-795X.2017v35n3p887

Palavras-chave:

Eugenia, Nação, História das ciências

Resumo

De maneira geral, o período posterior à Segunda Guerra Mundial é caracterizado como um momento de inflexão ou descontinuidade das teorias raciais e do debate sobre identidade racial, sobretudo quando nos referimos à história da eugenia. A partir da análise da obra do médico e eugenista Renato Kehl (1889-1974), o objetivo deste artigo é investigar as continuidades e descontinuidades do pensamento eugênico desse personagem, procurando compreender os sentidos que as ideias eugênicas ganharam no Pós-Segunda Guerra. A continuidade das publicações de Kehl sobre eugenia nas décadas de 1940 a 1960 permite observar o desenvolvimento desse debate em um contexto de contestação às teorias eugênicas.

Biografia do Autor

Leonardo Dallacqua de Carvalho, Fundação Instituto Oswaldo Cruz - FIOCRUZ

Mestre em História pela Universidade Estadual Paulista (UNESP).

 

Vanderlei Sebastião de Souza, Universidade Estadual do Centro-Oeste – Unicentro

Doutor em História das Ciências  pela Casa de Oswaldo Cruz (Fiocruz) . Professor do Departamento de História da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná (UNICENTRO).

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Publicado

2017-12-31

Edição

Seção

Volume 35 número 3 2017