A "virada lingüística", pós-modernismo e história do trabalho

Autores

  • Dick Geary

DOI:

https://doi.org/10.5007/%25x

Resumo

Este artigo discute mudanças ocorridas na natureza da escrita da história da classe trabalhadora européia no final do século XX. Apresenta alguns dos argumentos da crítica efetivada pela historiografia britânica pós-moderna à história "tradicional" do trabalho - supostamente ancorada no determinismo econômico e em uma teleologia da consciência de classe - e indica de que forma alguns historiadores britânicos foram influenciados pela "virada lingüística" e por certos aspectos do ceticismo pós-modemo. O texto conclui propondo algumas teses sobre a mudança das identidades da classe trabalhadora da virada do século XIX até os dias de hoje.

Biografia do Autor

Dick Geary

Formada em Psicologia pela Universidade Federal de Uberlândia (1987), Mestrado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (1993) e Doutorado em Educação: História, Política, Sociedade pela PUC-SP (1998). Desde 2008 é professora visitante da UNIFESP. Sua instituição de origem é a Universidade Federal do Paraná UFPR.

Mais informações: Currículo Lattes - CNPq.

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Publicado

2000-01-01

Edição

Seção

Artigos