Secuestros, feminicidios, neoconservadurismo. ¿Qué nos depara el año 2026?

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DOI:

https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n1110616

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Biografía del autor/a

Cristina Scheibe Wolff, Universidade Federal de Santa Catarina

É doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (1998). Possui Graduação em História pela Universidade Federal de Santa Catarina (1988), Mestrado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1991). Em 2004/2005 realizou Pós-Doutorado na Université Rennes 2, na França, e entre 2010 e 2011, no Latin American Studies Center da University of Maryland, em College Park, Estados Unidos da América. Ocupou a Cátedra Fulbright de Estudos Brasileiros na University of Massachusetts em Amherst (set.-dez. 2017) e foi pesquisadora convidada no Laboratoire Arenes, Université Rennes 2 (jan.-jul. 2018). Atualmente, é Professora Titular do Departamento de História da Universidade Federal de Santa Catarina. É integrante do Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH) e do Instituto de Estudos de Gênero da UFSC e uma das coordenadoras editoriais da Revista Estudos Feministas (2006-2009 e 2011-atual). Foi coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Santa Catarina. Atua ainda no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas e no Mestrado Profissional de Ensino de História. Foi a coordenadora geral do Fazendo Gênero 11 e 13º Women’s Worlds Congress, realizados na UFSC em 2017. Tem experiência na área de História, com ênfase em História das Mulheres e do Gênero, atuando principalmente nos seguintes temas: gênero, memória, guerrilha, resistência às ditaduras no Cone Sul.

Luzinete Simões Minella, Universidade Federal de Santa Catarina

É graduada (1972) e mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA, 1977), doutora em Sociologia pela Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM, 1989). Realizou estágio de pós-doutorado no Núcleo de Estudos de População da Universidade Estadual de Campinas (NEPO/Unicamp, 1998). Fez parte do quadro de docentes do Departamento de Sociologia da UFBA entre 1975 e 1991. Vinculou-se ao Departamento de Sociologia e Ciência Política da UFSC, de 1991 até 2002, e ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política entre 1991 e 2005. É Professora Adjunta IV aposentada da UFSC, atuou como professora voluntária no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas entre 2003 e 2020, tendo coordenado por vários anos a Área de Concentração em Estudos de Gênero. Integra a equipe do Instituto de Estudos de Gênero (IEG), participou de vários dos seus projetos (eventos, publicações, cursos etc.). Entre os projetos, destaca a coordenação editorial da Revista Estudos Feministas entre 2001 e 2004 e entre 2007 e 2008, quando passou a fazer parte da editoria de artigos. Voltou a fazer parte desta coordenação a partir de dezembro de 2016. É membro da Rede Brasileira de Ciência, Tecnologia e Gênero. Tem realizado pesquisas principalmente nas seguintes áreas: participação das mulheres nas ciências (na interface com a crítica feminista à ciência, os estudos sociais da ciência e a história da ciência); gênero e saúde reprodutiva; gênero e infância; saúde mental. Orientou inúmeros trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses, principalmente nessas áreas. Publicou vários artigos em periódicos de ampla circulação e livros, além de trabalhos completos em anais de eventos etc.

 

Tânia Regina Oliveira Ramos, ufsc

É doutora em Literaturas de Língua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Possui Graduação em Letras pela Universidade Federal de Santa Catarina, Mestrado e Doutorado em Literaturas de Língua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Atualmente, é Professora Titular e coordena o núcleo Literatura e Memória da UFSC, núcleo com projetos aprovados pela FAPESC e CNPq. Faz parte da Coordenação Geral da Revista Estudos Feministas e do Conselho Editorial das revistas UniLetras, Mafuá Ciências e Letras, Literatura Hoje, Signótica e Anuário de Literatura. É professora de Literatura Brasileira e Estudos Literários nos Cursos de Graduação e Pós-Graduação em Letras e Literatura na UFSC. Atua, pesquisa e publica nas linhas de pesquisa História e Memória, escritas de si e gênero.

Maria Helena Lenzi, Universidade Federal de Santa Catarina

Possui graduação (2006) e mestrado (2010) em Geografia pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutorado em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo (2016). Realizou estágio de pós-doutorado no Grupo de Estudos Territoriais (GETE) na Universidade Estadual de Ponta Grossa (2017-2019). É professora do Departamento de Geociências e dos Programas de Pós-Graduação em Geografia e em Desastres Naturais da UFSC. É membro da Cátedra Sérgio Vieira de Mello da Agência das Nações Unidas para Refugiados e do Observatório das Migrações em Santa Catarina da Universidade do Estado de Santa Catarina. Compõe o conselho editorial da Revista Latino-americana de Geografia e Gênero. Desde 2018, participa da Revista Estudos Feministas como editora de artigos e em 2025 assumiu a coordenação editorial junto com as professoras Cristina Scheibe Wolff, Luzinete Simões Minella e Tânia Regina de Oliveira Ramos. Tem realizado pesquisas nas áreas de epistemologias feministas na Geografia, migração, refúgio e deslocamentos ambientais.

Citas

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Publicado

2026-04-28

Cómo citar

Wolff, C. S., Minella, L. S., Ramos, T. R. O., & Lenzi, M. H. (2026). Secuestros, feminicidios, neoconservadurismo. ¿Qué nos depara el año 2026?. Revista Estudos Feministas, 34(1). https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n1110616

Número

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Editorial

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