O movimento feminista brasileiro na virada do século XX: reflexões sobre sujeitos políticos na interface com as noções de democracia e autonomia

Autores

  • Karla Galvão Adrião Universidade Federal de Pernambuco
  • Maria Juracy Filgueiras Toneli Universidade Federal de Santa Catarina
  • Sônia Weidner Maluf Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0104-026X2011000300002

Resumo

Este texto discute as tensões em torno da legitimidade dos sujeitos políticos feministas brasileiros, na interface com as noções de democracia e autonomia. Para tanto, realiza sua análise em consonância com dados da etnografia do 10º Encontro Feminista Latino-Americano e do Caribe, realizado em 2005, em São Paulo. Esse espaço é tido como importante seara de constituição dos pensamentos e ações do movimento feminista no Brasil e na América Latina.

Biografia do Autor

Karla Galvão Adrião, Universidade Federal de Pernambuco

Doutora em Ciências Humanas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e mestre em Linguística pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), é professora adjunta I do Departamento de Psicologia e da Pós-Graduação em Psicologia da UFPE e membro dos núcleos de pesquisa Lab-ESHU (UFPE), MARGENS e TRANSES (UFSC).

 

Maria Juracy Filgueiras Toneli, Universidade Federal de Santa Catarina

É professora do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde leciona e orienta na graduação e no Programa de Pós-Graduação. Pesquisadora do CNPq, é cocoordenadora do núcleo MARGENS (UFSC). Possui doutorado em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pela Universidade do Minho, Portugal. É autora de artigos, capítulos e organizadora de livros que problematizam questões relacionadas a gênero e sexualidades. Atualmente é membro do Comitê Assessor da Área de Psicologia do CNPq.

Sônia Weidner Maluf, Universidade Federal de Santa Catarina

É professora associada do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde coordena o Núcleo de Antropologia do Contemporâneo (TRANSES/PPGAS/UFSC). É pesquisadora do CNPq. Pesquisa nas áreas da antropologia do sujeito, gênero e teoria feminista, políticas públicas e biopolítica, políticas da vida e cuidados de si. Recentemente organizou epublicou, juntamente com Carmen Susana Tornquist, o livro Gênero, saúde e aflição: abordagens antropológicas, sobre políticas públicas e experiências sociais no campo da “saúde mental”.

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Publicado

2012-03-05

Edição

Seção

Artigos