Uso da calculadora gráfica na exploração de modelos contínuos não lineares

Floriano Viseu, Sara Campos, José António Fernandes, Helena Rocha

Resumo


http://dx.doi.org/10.5007/1981-1322.2016v11n2p79

A integração da calculadora gráfica na realização de atividades matemáticas faz com que os alunos expressem muitos dos seus processos e das suas formas de pensar. Como no ensino secundário algumas dessas atividades são realizadas com a calculadora gráfica, pretendemos averiguar o contributo deste recurso na promoção da aprendizagem de modelos contínuos não lineares de alunos do 11.º de Matemática B. Adotando uma metodologia qualitativa, recolhemos e analisamos as produções escritas dos alunos. No início, os alunos tendem a registar a informação que retiram da calculadora sem justificar o que apresentam. À medida que adquirem habilidade de usar este recurso, tendem a definir a janela de visualização que lhes permite visualizar representações gráficas das funções que modelam as situações problema com que se depararam e relacionar diferentes menus no estudo de características dessas funções. Tais procedimentos fazem com que o registo da informação que retiram da calculadora seja acompanhado da justificação dos seus raciocínios e da validação das conjeturas que estabelecem.


 


Palavras-chave


Calculadora gráfica; Aprendizagem de modelos contínuos não lineares; Alunos do 11.º ano de escolaridade

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DOI: http://dx.doi.org/10.5007/1981-1322.2016v11n2p79

 

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REVEMAT: R. Eletr. Educ. Mat., UFSC/MTM/PPGECT, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 1981-1322.