De como se perder na tradução.
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-7968.2009v2n24p213Resumo
O objeto deste artigo é a tradução como experiência e ato de escrita. O ponto de partida aqui é processo tradutório como desafio de escrever entre duas línguas, isto é, nem na língua de partida, nem na língua de chegada. Refletimos o entremeio do ato de traduzir em que a transposição de um texto de uma língua para outra implica em perda, tanto de sentido, quanto de palavras. A perspectiva adotada para essa reflexão é a da relação entre sujeito, língua e discurso, conforme propõe a escola francesa de análise de discurso.
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