“Melhor pior”: sobre a tradução de Company e Worstward Ho de Samuel Beckett

Ana Helena Barbosa Bezerra de Souza

Resumo


A tradução dos textos tardios de Samuel Beckett, Companhia (1980) e Worstward Ho (1983), suscitou reflexões e, quando de sua publicação, críticas, que serão comentadas neste artigo. Vão ser abordadas não só a justificativa de escolhas de tradução, mas a análise do que, na leitura dos textos e na consideração do português do Brasil, levou a tais escolhas. Referências a outras traduções dos mesmos textos – a francesa, a portuguesa e a italiana – aparecerão em comentários específicos. Nosso objetivo é destacar a complexidade e beleza desses textos beckettianos, do ponto de vista de um trabalho feito numa proximidade tão grande deles, como o trabalho de tradução. 


Palavras-chave


Tradução; Samuel Beckett; Recepção crítica

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DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7968.2014v2n34p85



Cadernos de Tradução, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. ISSN 2175-7968.