“Melhor pior”: sobre a tradução de Company e Worstward Ho de Samuel Beckett

Autores

  • Ana Helena Barbosa Bezerra de Souza PGET/Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7968.2014v2n34p85

Palavras-chave:

Tradução, Samuel Beckett, Recepção crítica

Resumo

A tradução dos textos tardios de Samuel Beckett, Companhia (1980) e Worstward Ho (1983), suscitou reflexões e, quando de sua publicação, críticas, que serão comentadas neste artigo. Vão ser abordadas não só a justificativa de escolhas de tradução, mas a análise do que, na leitura dos textos e na consideração do português do Brasil, levou a tais escolhas. Referências a outras traduções dos mesmos textos – a francesa, a portuguesa e a italiana – aparecerão em comentários específicos. Nosso objetivo é destacar a complexidade e beleza desses textos beckettianos, do ponto de vista de um trabalho feito numa proximidade tão grande deles, como o trabalho de tradução. 

Biografia do Autor

Ana Helena Barbosa Bezerra de Souza, PGET/Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Ana Helena Souza, graduação em Letras, Universidade Federal de Pernambuco. Mestrado e Doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada, Universidade de São Paulo. Pós-Doutorado em Estudos da Tradução, Universidade Federal de Santa Catarina. É pesquisadora independente e tradutora. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. email: ahelenasouza@gmail.com

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Publicado

2014-12-04

Edição

Seção

Artigos