Equus: a construção do personagem Alan Strang na tradução cinematográfica.

Autores

  • Lucyana do Amaral Brilhante Universidade Estadual do Ceará

DOI:

https://doi.org/10.5007/%25x

Resumo

Peter Shaffer é um dramaturgo inglês da segunda metade do século vinte. Um de seus trabalhos de maior destaque foi a peça Equus, que conta a história de um rapaz, Alan Strang, em tratamento psiquiátrico. A peça foi traduzida para as telas de cinema pelo cineasta Sidney Lumet, com roteiro do próprio Shaffer. Tomando como base o conceito de tradução intersemiótica de Jakobson (1995), pode-se dizer que a adaptação fílmica se inclui na categoria de tradução intersemiótica e esta uma das formas de tradução audiovisual. É natural que na tradução da peça para o filme a obra sofra modificações, pois as traduções formam novos objetos que normalmente se desvinculam do original. O presente trabalho visa analisar a as diferenças entre a peça escrita e o filme, concentrando-se, contudo, nas diferenças que afetam a construção do personagem Alan Strang. O corpus da pesquisa foi composto pelo filme e pela peça de Shaffer. A análise do personagem foi feita à luz das Teorias de Tradução e de Literatura.

Biografia do Autor

Lucyana do Amaral Brilhante, Universidade Estadual do Ceará

Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Letras e Linguística da UFBA. Mestre em Lingüística Aplicada pela UECE (Universidade Estadual do Ceará) na área de tradução, com ênfase em tradução intersemiótica, atuando principalmente nos seguintes temas: tradução intersemiótica, literatura, cinema e personagem. Possui graduação em Letras (português -inglês) pela Universidade Estadual do Ceará (2003). Graduada em Direito pela UFC (Universidade Federal do Ceará). Mais informações: Currículo Lattes - CNPq.

Downloads

Publicado

2005-01-01

Edição

Seção

Dossiê