A Inserção Social dos Programas Stricto Sensu em Administração das Universidades Públicas e a Coprodução do Bem Público

Autores

  • José Francisco Salm Nome da instituição: Universidade Federal da Bahia (visitante)
  • Maria Helena da Silva Universidade Estadual de Santa Catarina - UDESC

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8077.2015v17n41p143

Palavras-chave:

Inserção social. Coprodução. Avaliação. Participação. Modelo.

Resumo

O artigo discute as ações de inserção social dos programas de pós-graduação stricto sensu em administração sob a supervisão da CAPES, a partir dos modelos de coprodução. Os dados utilizados ao longo do artigo são do aplicativo Coleta da CAPES, no período de 2007, 2008 e  2009. As ações de inserção social identificam-se como coprodução funcional (eficiência e eficácia formal) e coprodução simbólica (presença formal do poder público) e raras ações de coprodução representativa com sustentabilidade (integração sustentável com a sociedade). Evidencia, também, que essas ações de inserção social são realizadas mediante a solicitação de serviços aos programas, assistência à sociedade sob diversas formas e por meio de ajuste mútuo entre os programas e a sociedade. Os dados contidos no aplicativo Coleta não comprovam que esses programas diretamente promovem a transformação social (ausência de acompanhamento de egressos). Também demonstram que muitos programas não têm uma compreensão precisa sobre o que é inserção social e como ela deve ser realizada para os efeitos de avaliação da CAPES.

Biografia do Autor

José Francisco Salm, Nome da instituição: Universidade Federal da Bahia (visitante)

Formação acadêmica: Doutor em Administração Pública pela Universidade do Sul da Califórnia.

Maria Helena da Silva, Universidade Estadual de Santa Catarina - UDESC

Doutora em Administração pela Universidade Federal da Bahia - UFBA, servidora da Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC

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Publicado

2015-04-17

Edição

Seção

Artigos