Generation Y in Brazil: Stereotypes in reports and opinion articles
DOI:
https://doi.org/10.5007/1984-6924.2024.e89520Keywords:
Generation Y, Stereotype, YouthAbstract
The generation Y is a social or behavioral group that stands out for its familiarity with technology, high personal motivation and rupture with previous generations' principles. The present work aimed to analyze, based on developmental and social psychology, Brazilian magazines and newspapes’ reports and opinion articles about generation y, in order to identify different views of this generational group. A qualitative, exploratory and descriptive documentary research was carried out on Brazilian reports and opinion articles between 2008-2018. The deductive content analysis of the 25 texts focused on four aspects: positive and negative poles; presence of empirical data; adaptation to the reality of young Brazilians; presence of generational theory. Results showed that one third of the material had no theoretical basis / reference authors; and they did not present empirical data to support positive or negative views. Most of the reports and articles are based on personal opinions and / or common sense, which might reinforce stereotypes in relation to youth, which leads to moving away from the concrete and real conditions experienced by young Brazilians.
References
AGUIAR, Giseli A. de; SILVA, J. F. M. da. (2013). Geração Y e as ferramentas de redes sociais: novas perspectivas para as bibliotecas universitárias. DOI: http://dx.doi.org/10.6084/M9.FIGSHARE.1446128. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/308781888_Geracao_Y_e_as_ferramentas_de_redes_sociais_novas_perspectivas_para_as_bibliotecas_universitarias. Acesso em: 16 ago. 2020.
ARNETT, J. J. Emerging adulthood (s): The cultural psychology of a new life stage. In J. A. Lene (Ed.), Bridging cultural and developmental approaches to psychology: New synthesis in theory, research, and policy. New York, NY: Oxford University Press, 2011.
ARNETT, J. J. Work: more than a job. In J. J. Arnett, Emerging adulthood: the winding road from the late teens through the twenties (pp. 143-163). New York: Oxford University Press, 2004.
AUTOR, & Koller, S. H. (2014). Emerging Adulthood in Brazilians of Differing Socioeconomic. Status: Transition to Adulthood. Paidéia: Ribeirão Preto, v. 24, n. 59, p. 313–322, 2014. DOI: https://doi.org/10.1590/1982-43272459201405. Disponível em: https://www.scielo.br/j/paideia/a/gkmBFQ7PXHCc5qMWJvwYtzv/?lang=en. Acesso em: 23 abr. 2020.
AUTOR, COSTA, A. B., & KOLLER, S. H.. Geração y no Brasil? Uma análise crítica a partir da pesquisa da juventude brasileira. In T. Medeiros (Ed.), Adolescência: desafios e riscos (pp. 71-87). Ponta Delgada: Letras lavadas, 2013.
AUTOR; AMAZARRAY, M. R. Adolescentes e Adultos Emergentes em transição para a Vida Adulta. In L. F. Habigzang, E. Diniz, & S. H. Koller (Ed.), Trabalhando com Adolescentes: Teoria e intervenção psicológica, (pp. 82-95). Porto Alegre: Artmed, 2014.
BAPTISTA, M. N; BAPTISTA, A. S. D; DIAS, R. R. Estrutura e suporte familiar como fatores de risco na depressão de adolescentes. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 21, n. 2, p.52–61, 2001. DOI: https://doi.org/10.1590/s1414-98932001000200007. Disponível em: https://www.scielo.br/j/pcp/a/v4F7W7zgPS5G7gyMJBrkbJq/abstract/?lang=pt. Acesso em: 10 abr. 2020.
BRUM, Eliane. Meu filho você não merece nada. Disponível em: http://www.colegiocruzeiro.g12.br/educacao_infantil.php?jpa=textos&pst=1108011top. Acesso em: 05 dez. 2019.
CECHINEL, André et al. Estudo/Análise documental: uma revisão teórica e metodológica. Criar Educação, v.5, n. 1, 2016. DOI: http://dx.doi.org/10.18616/ce.v5i1.2446. Disponível em: http://periodicos.unesc.net/criaredu/article/view/2446. Acesso em: 15 abr. 2020.
CHAMMAS, P. Jovens e conectados: líderes da Geração Y usam mais tecnologia. Correio 24h, 2013.
COMAZZETTO, Letícia R. et al. A Geração y no Mercado de Trabalho: um Estudo Comparativo entre Gerações. Psicologia: Ciência e Profissão, v.36, n. 1, p. 145–157, 2016. DOI: https://doi.org/10.1590/1982-3703001352014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/pcp/a/sMTpRhKxjvNjr7wQV9wFksH/abstract/?lang=pt. Acesso em: 10 abr. 2020.
CROCHÍK, José. L. Preconceito, indivíduo e sociedade. Temas em Psicologia, v. 4, n. 3. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-389X1996000300004. Acesso em: 30 mar. 2020.
DUTRA, B. Millennials: foco de empresas na geração Y exclui quem já passou dos 50 anos. Extra. Globo Comunicações e Participações S.A, 2018.
FEIXA, C.; LECCARDI, C. O conceito de geração nas teorias sobre juventude. Sociedade e Estado, v. 25, n.2, p. 185–204, 2010. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-69922010000200003. Disponível em: https://www.scielo.br/j/se/a/QLxWgzvYgW4bKzK3YWmbGjj/?lang=pt. Acesso em: 24 abr. 2020.
FINCO, N. O poder dos ultrajovens. Revista Época. Globo Comunicações e Participações S.A, Sociedade, 2018.
FLINK, Richard et al. Porque e como atrair e reter os profissionais da Geração Y nas empresas. IX Convibra Administração – Congresso Virtual Brasileiro de Administração, 2012. Disponível em: https://docplayer.com.br/11086325-Porque-e-como-atrair-e-reter-os-profissionais-da-geracao-y-nas-empresas.html. Acesso em: 24 abr. 2020.
HANCOCK, J. Nasceu entre 1877 e 1983? Nem Geração X nem millennial. Você é um “xennial”. El País. Ediciones El País S.L., Cultura, 2017.
HOWE, N; Strauss, W. Millennials rising: the next great generation. New York: Vintage Books, 2000.
INCLUSÃO digital ainda é desafio para o Brasil. Meio&Mensagem, 2017.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 4º trimestre de 2013. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/2421/pnact_2013_4tri.pdf. Acesso em: 30 abr. 2020.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 4º trimestre de 2019. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/2421/pnact_2019_4tri.pdf. Acesso em: 30 abr. 2020.
JOHASEN, I. Por que os jovens profissionais da geração Y estão infelizes. Demografia Unicamp, 2013.
JULIBONI, M. O recado das empresas à geração Y: bom mesmo é dar resultado. Exame Abril, Negócios, 2012.
LOIOLA, R. Geração Y. Revista Galileu. Globo Comunicações e Participações S.A., Comportamento, 219, 2009.
MAGNABOSCO, A. Desemprego já atinge um em cada quatro jovens com menos de 25 anos, aponta Ipea. O Estado de S. Paulo, Economia & Negócios, 2016.
MANUS, R. (2016, agosto 17) A geração que encontrou o sucesso no pedido de demissão. O Estado de S. Paulo, Carreira.
MARTÍN, M. A geração que não assiste mais TV e corre atrás dos “youtubers”. El País. Ediciones El País S.L., Tecnologia, 2017.
MERZ, E. M., SCHUENGEL, C., & SCHULZE, H. J. (2007). Intergenerational solidarity: An attachment perspective. Journal of Aging Studies, v.21, n.2, p.175–186, 2007. Disponível em: https://research.vu.nl/en/publications/intergenerational-solidarity-an-attachment-perspective. Acesso em: 05 fev. 2020.
OLIVEIRA, S. Geração Y: o nascimento de uma nova geração de líderes. São Paulo: Integrare, 2010.
ORTEGA, J; GASSET, Y. (1923). El sentido histo?rico de la teori?a de Einstein. In El Espectador & Las Atlántidas (Ed.), El Tema de nuestro tempo: el ocaso de las revolucione, pp. 145-156. Madrid: Espasa-Calpe, 1923.
POROGER, F. 'Minha geração vive a angústia de um tempo que não chega', escreve millennial. Folha UOL, 2018.
QUAINO, L. 'Geração canguru' é fenômeno mundial, diz presidente do IBGE. G1 Globo. Globo Comunicações e Participações S.A, 2013.
QUERO, C. Exclusão digital pode prejudicar economia brasileira, dizem especialistas. BBC Brasil, 2010.
REDAÇÃO. Geração Y: Feliz no trabalho, mas de bolso vazio. Revista VEJA, Economia, 2014.
REUTERS. “Geração Y” domina bibliotecas nos EUA, diz pesquisa. G1, Globo. Globo Comunicações e Participações S.A, Tecnologia/Internet, 2008.
REUTERS. Mundo conectado será problema e vantagem para “Geração Y”, diz estudo. G1, Globo. Globo Comunicações e Participações S.A, Tecnologia e Games, 2012.
ROCHA-DE-OLIVEIRA, S., PICCININI, V. C., & BITENCOURT, B. M. (2012). Juventudes, gerações e trabalho: é possível falar em geração Y no Brasil?. Organizações & Sociedade, v. 19, n.62, p. 551–558, 2012. DOI: https://doi.org/10.1590/S1984-92302012000300010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/osoc/a/XpFk6WRKxs3TPTV4Lk3Pbcd/?lang=pt#:~:text=Com%20base%20nesses%20autores%2C%20o,a%20inser%C3%A7%C3%A3o%20digital%20um%20desafio. Acesso em: 28 mar. 2020.
ROSA, R. A geração Y está mudando o marketing. Baguete. Baguete Jornalismo Digital, 2010.
SANOJA, M. Geração Z: antes mentíamos aos pais para sair, agora mentem aos amigos para ficar em casa. El País. Ediciones El País S.L., Estilo/Psicologia, 2019.
SÁ-SILVA, J. R; ALMEIDA, C. D; GUINDANI, J. F. Pesquisa documental: pistas teóricas e metodológicas. Revista Brasileira de História & Ciências Sociais, v. 1, n. 1, 2009. Disponível em: https://periodicos.furg.br/rbhcs/article/view/10351. Acesso em: 26 abr. 2020.
SAYURI, J. Com crise e cortes na ciência, jovens doutores encaram o desemprego: ‘Título não paga aluguel’. BBC Brasil, 2018.
SILVA, A. Jovem é mais conservador nos investimentos que adultos. Exame Abril, Seu dinheiro, 2011.
SIMÕES, A. Geração-Y-Millennials. Linked In, Marketing Digital, 2016.
TAUHATA, S. A nova geração de empreendedores. Revista Pequenas empresas e grandes Negócios, 2009. Disponível em: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI94181-17185,00-A+NOVA+GERACAO+DE+EMPREENDEDORES.html. Acesso em: 10 dez. 2019.
TECHIO, E; LIMA, M. Cultura e produção das diferenças: estereótipos e preconceito no Brasil, Espanha e Portugal. TechnoPolitik Editora: Brasília, 2011.
VIEIRA, B. “USP tem 4 suicídios em 2 meses e cria escritório de saúde mental para alunos”. Folha UOL, Cotidiano, 2018. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/08/usp-tem-4-suicidios-em-2-meses-e-cria-escritorio-de-saude-mental-para-alunos.shtml. Acesso em: 16 ago. 2020.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Ao encaminhar textos à revista Estudos em Jornalismo e Mídia, o autor estará cedendo integralmente seus direitos patrimoniais da obra à publicação, permanecendo detentor de seus direitos morais (autoria e identificação na obra), conforme estabelece a legislação específica. O trabalho publicado é considerado colaboração e, portanto, o autor não receberá qualquer remuneração para tal, bem como nada lhe será cobrado em troca para a publicação. As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões da revista. Citações e transcrições são permitidas mediante menção às fontes. A revista Estudos em Jornalismo e Mídia está sob a Licença Creative Commons
