Jogos de matriz africana como prática pedagógica antirracista

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8042.2026.e113190

Palavras-chave:

Educação física escolar, Jogos africanos, Racismo estrutural, Educação antirracista, Diversidade cultural

Resumo

Este estudo analisou as contribuições dos jogos de matriz africana para a promoção de práticas pedagógicas antirracistas na Educação Física escolar, por meio de uma revisão narrativa da literatura de abordagem qualitativa. O levantamento bibliográfico foi realizado nas bases Google Acadêmico, SciELO e Portal de Periódicos CAPES, utilizando os descritores Educação Física escolar, racismo estrutural, educação antirracista, jogos africanos e diversidade cultural. Fundamentada em uma perspectiva crítica e interdisciplinar, a análise compreendeu a escola como espaço de formação cidadã e enfrentamento das desigualdades étnico-raciais. A literatura analisada evidencia que o racismo estrutural também se manifesta no ambiente escolar, impactando negativamente estudantes negros. Nesse contexto, jogos como Ampe, Terra e Mar, Mamba e Pegue a Cauda apresentam potencial pedagógico para estimular cooperação, respeito às diferenças e participação coletiva. Mediados pelo TGfU, favorecem o protagonismo estudantil, o desenvolvimento de competências sociais, emocionais e culturais e a efetivação da Lei nº 10.639/2003.

Biografia do Autor

Ubirajara Oliveira, Universidade Federal do Espírito Santo

Doutorado em Ciências na Saúde da Criança e do Adolescente pela Universidade Estadual de Campinas (2012). Professor Adjunto II no Centro de Educação Física e Desportos. Vitória, ES, Brasil.

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Publicado

2026-09-09

Como Citar

OLIVEIRA, Ubirajara. Jogos de matriz africana como prática pedagógica antirracista. Motrivivência, Florianópolis, v. 38, n. 69, p. 1–14, 2026. DOI: 10.5007/2175-8042.2026.e113190. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/view/113190. Acesso em: 13 set. 2026.

Edição

Seção

Seção Temática