Matrizes africanas e Educação Física: possibilidades crítico-superadoras de combate ao racismo na escola

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8042.2026.e114471

Palavras-chave:

Educação física escolar, Matrizes africanas, Abordagem crítico-superadora, Pedagogia histórico-crítica, Antirracismo

Resumo

Este texto propõe uma articulação entre a Cultura Corporal e as Matrizes Africanas (CCMA) na Educação Física, fundamentada através do Pan Africanismo, na Abordagem Crítico-Superadora, na Pedagogia Histórico-Crítica e os Fundamentos Ontológicos Africanos. Denuncia-se o "apagão histórico" na historiografia e conhecimentos científicos da área, que invisibiliza o continente africano como berço milenar de práticas corporais. A proposta objetiva promover um salto qualitativo do pensamento empírico ao teórico-científico. Com a intencionalidade de possibilitar a formação omnilateral da classe trabalhadora e a reparação histórica contra o epistemicídio e o racismo estrutural.

Biografia do Autor

Josiane Cristina Clímaco, Secretaria de Educação do Estado da Bahia

Doutora em Educação, Universidade Federal da Bahia. Professora da Secretaria de Educação do Estado da Bahia. Salvador, Bahia, Brasil

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Publicado

2026-09-09

Como Citar

CLÍMACO, Josiane Cristina. Matrizes africanas e Educação Física: possibilidades crítico-superadoras de combate ao racismo na escola. Motrivivência, Florianópolis, v. 38, n. 69, p. 1–18, 2026. DOI: 10.5007/2175-8042.2026.e114471. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/view/114471. Acesso em: 12 set. 2026.

Edição

Seção

Seção Temática