El cuerpo en juego, la erótica en disputa: enfoques pragmáticos del pole dance
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-8042.2026.e112667Palabras clave:
Pole dance, Cuerpo, Erótico, Sociología pragmáticaResumen
El ensayo analiza el pole dance como una práctica corporal atravesada por disputas simbólicas, relacionándola con la sociología pragmática para comprender cómo el cuerpo y lo erótico son continuamente puestos a prueba, legitimados y cuestionados en situaciones concretas. Al analizar sus vertientes (deporte, arte y exotismo), se pone de manifiesto que diferentes órdenes de valor intervienen en la producción de significados sobre esta práctica. El cuerpo se entiende como efecto de asociaciones sociotécnicas, mientras que lo erótico, inspirado en Audre Lorde y bell hooks, emerge como una potencia sensible, política y situada. La legitimidad de los cuerpos se distribuye de forma desigual, exigiendo pruebas diferenciadas según el género, la sexualidad y la raza. El pole dance pone de manifiesto controversias contemporáneas sobre el placer, la moralidad y el poder, revelando lo erótico como un campo de disputa que puede tanto ampliar como restringir las capacidades de actuar.
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