Colonialidad en la cultura corporal del movimiento: el racismo estructural y el borramiento de los saberes indígenas en la Educación Física
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-8042.2026.e114391Palabras clave:
Racismo, Indígenas, Educación físicaResumen
Este ensayo teórico discute la colonialidad en la Educación Física, denunciando el racismo estructural que invisibiliza los saberes y prácticas corporales de los pueblos originarios en detrimento de una formación eurocéntrica. Metodológicamente, se adopta un ensayo teórico de naturaleza exploratoria y analítica. El análisis establece correlaciones entre la herencia colonial de la Educación Física y los datos contemporáneos de producción intelectual, tensionando los paradigmas vigentes. Al investigar las causas de la baja producción académica sobre el tema, se critica la folclorización estereotipada del indígena en el ámbito escolar y la aplicación superficial de la Ley nº 11.645/08, a menudo restringida a fechas conmemorativas. Como resultados, se propone una pedagogía intercultural y decolonial que reconozca la ancestralidad indígena como una epistemología válida, exigiendo una reestructuración profunda de los currículos y de la formación docente para combatir el epistemicidio.
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