Prácticas pedagógicas antirracistas en las clases de Educación Física: combatiendo el racismo religioso a través de la danza popular en una escuela de la Zona da Mata del estado de Pernambuco
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-8042.2026.e114472Palabras clave:
Educación física, Práctica pedagógica, AntirracismoResumen
Este texto aborda la religiosidad dentro de la escuela y en las clases de Educación Física. En este estudio, reconocemos que el racismo religioso que prevalece en la sociedad continúa valorando una cultura blanca y eurocéntrica que menosprecia, ignora y subordina todo el legado histórico y social de las religiones de matriz africana en Brasil. Este racismo religioso también se manifiesta dentro de la escuela, en su estructura, en los libros de texto, en las canchas deportivas y en las clases de Educación Física. Así, este artículo constituye un recorte de la tesis titulada: “Las relaciones étnico-raciales y la Educación Física escolar: el tratamiento del enfoque Crítico-Superador en prácticas pedagógicas antirracistas”. Nuestra intención es confrontar, reflexionar y debatir sobre cómo combatir el racismo en la escuela y en la sociedad a través de la cultura corporal, particularmente la danza. El objetivo de este estudio es analizar los límites y las posibilidades del tratamiento del contenido de la danza en la Educación Física Escolar en lo que respecta al combate del racismo religioso. Nuestra investigación-acción se llevó a cabo en el municipio de Goiana, en el estado de Pernambuco, Brasil, con estudiantes de los últimos años de la educación primaria. La experiencia permitió reflexionar sobre cómo la danza popular suscita discusiones en torno a la religión y/o la espiritualidad. Uno de los hallazgos señalados en este artículo es la necesidad de problematizar y promover debates con el fin de tensionar y esclarecer nuevos conceptos sobre la danza popular, valorizando la cultura afrobrasileña, que de este modo se convierte en una práctica antirracista dentro de la escuela.
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