Educación antirracista a través del ocio: el circuito NegroMuro y la re-racialización del paisaje carioca
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-8042.2026.e114550Palabras clave:
Ocio, Educación antirracista, Paisaje, Espacialidades urbanas, Proyecto negromuroResumen
Este artículo reflexiona acerca de las relaciones entre ocio, educación antirracista, paisaje y espacialidades urbanas a partir del Proyecto NegroMuro y de los Circuitos NegroMuro en la ciudad de Río de Janeiro. La investigación, de enfoque cualitativo y naturaleza interpretativa, articula revisión bibliográfica, análisis de imágenes y experiencias de circulación por la región de la Pequeña África. En diálogo con autores de los estudios del ocio, la geografía cultural y las relaciones étnico-raciales, el trabajo comprende el Proyecto NegroMuro como una intervención que tensiona procesos históricos de borramiento de la presencia negra en el paisaje urbano. El análisis enfatiza especialmente el Circuito NegroMuro Pequeña África y el mural de la escritora Conceição Evaristo en el Largo de São Francisco da Prainha, discutiendo sus relaciones con memoria, monumentalidad, circulación y regímenes de visibilidad en la ciudad. Se concluye que los Circuitos NegroMuro amplían las posibilidades de comprensión del ocio como práctica cultural crítica y como experiencia educativa antirracista en el ámbito de la educación no formal.
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