Capoeira y la historia: elementos económicos para comprender el racismo en la capoeiragem
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-8042.2026.e114600Palabras clave:
Capoeira, Capitalismo, Proyecto histórico, RacismoResumen
El objetivo de este texto es comprender la capoeira y el racismo como productos de las relaciones sociales, como valores de uso (génesis), de manera que, en la actualidad, se manifiestan a escala planetaria como mercancías (valor de uso/valor de cambio). Por lo tanto, lo que se presenta como el desarrollo de la capoeira en el siglo XX es un proceso de alienación, ya que separa al productor (capoeiras) del producto (capoeiragem). En este sentido, el sistema económico interfiere con el logro de cualquier posibilidad emancipadora, puesto que las expresiones de racismo se destacan en las relaciones sociales que se constituyen entre los practicantes de capoeira. Buscaremos explicar cómo las habilidades de capoeira se presentan como un fetiche, esencial para constituir el distanciamiento delo capoeira, con el fin de adaptarlo a la forma de mercancía, en la cual, desde sus movimientos (físicos y políticos) aislados de la reflexión, alberga discursos que mitigan o niegan la estructura racista organizada en la base cultural de la sociedad capitalista.
Citas
ABREU, F. J. de. Bimba é Bamba: a capoeira no ringue. Salvador: Instituto Jair Moura, 1999.
ABREU, F. J. de. O Barracão do mestre Waldemar. Salvador-BA, Zarabatana, 2003.
ABREU, F. J. de. Capoeiras – Bahia, Século XIX: imaginário e documentação. Salvador-BA, Instituto Jair Moura, 2005.
ALMEIDA, S. L. de. Racismo estrutural. São Paulo-SP: Sueli Carneiro; Pólen, 2019.
ARAÚJO, B. C. L. C. A capoeira na sociedade do capital: a docência como mercadoria na transformação da capoeira no século XX. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2008.
ARAÚJO, Rosângela Costa. Iê, viva meu mestre: a Capoeira Angola da 'escola pastiniana' como práxis educativa. 2004. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-12052015-143733/. Acesso em: 05 mai. 2026.
BALIBAR, E. Existe um “neorracismo”?. In: BALIBAR, E.; WALLERSTEIN, I. Raça, nação, classe: a identidades ambíguas. São Paulo: Boitempo, 2021, pp. 51-63.
BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre a literatura e história da cultura. 8ª ed. revista. São Paulo: Brasiliense, 2012.
BOMFIM, M. A América Latina: males de origem. Rio de Janeiro: Fundação Darcy Ribeiro, 2013
CAPOEIRA, N. (Nestor Sezefredo dos Passos Neto). Capoeira: pequeno Manual do jogador. 7ª ed. Record, Rio de Janeiro, RJ. 2002
CÓDIGO PENAL DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL. CÓDIGO PENAL DE 1890; LIVRO III – DAS CONTRAVENÇÕES EM ESPECIE – Capitulo XIII — Dos vadios e capoeiras (arts. 399 a 404). Decreto 847, de 11 de outubro de 1890.
FANON, F. Os condenados da terra. – 1ª ed. – Rio de Janeiro-RJ: Zahar, 2022.
FENSTERSEIFER, H. H. As teses equivocadas na formação do profissional de Educação Física e Desportos. ANAIS CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE, 5., 1986, Recife.
GONZÁLEZ, F. J. Esportivização. In: GONZÁLEZ, F. J.; FENSTERSEIFER, P. E. (orgs.). Dicionário crítico de Educação Física. Juí-RS: editora Unijuí, 2005. pp. 170-174.
HARVEY, D. Condição Pós-Moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. 14ª ed.: São Paulo-SP, Loyola, 2005
LEONTIEV, A. O desenvolvimento do psiquismo. Lisboa: Horizonte, 1978. pp. 261-284.
LEONTIEV, A. O desenvolvimento do psiquismo. Lisboa: Horizonte, 2004.
LEONTIEV, A. Atividade Consciência Personalidade. Trad. de Priscila Marques. Bauru, SP: Mireveja, 2021.
LOSURDO, D. Contra-história do liberalismo. tradução Giovanni Semeraro.- Aparecida-SP: Ideias & Letras, 2006.
MARX, K. Formações econômicas pré-capitalistas. 6ª edição, Rio de Janeiro, RJ, Paz e Terra, 1991.
MARX, K. O Capital: crítica da economia política. 3 ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988. Coleção “Os economistas”.
MARX, K. Crítica da filosofia do direito de Hegel, 1843/Karl Marx; tradução de Rubens Enderle e Leonardo de Deus ; [supervisão e notas Marcelo Backes]. - [2.ed revista]. - São Paulo: Boitempo, 2010. [e-book]
MARX, K. O Capital: crítica da economia política, Livro I: o processo de produção do capital. Tradução: Rubens Enderle. São Paulo: Boitempo, 2013 [e-book].
MARX, K.; ENGELS, F. A ideologia alemã: crítica da mais recente filosofia alemã em seus representantes Feuerbach, B. Bauer e Stirner, e do socialismo alemão em seus diferentes profetas. Supervisão editorial: Leandro Konder; tradução: Rubens Enderle, Nélio Schneider, Luciano Cavini Martorano. São Paulo: Boitempo, 2007 [e-book].
MARX, K.; ENGELS, F. A sagrada família, ou, A crítica da Crítica crítica contra Bruno Bauer e consortes. Tradução, organização e notas de Marcelo Backes. 1 ed. revista. São Paulo: Boitempo, 2011.
MENESES, P. Para ler a Fenomenologia do Espírito: roteiro. Editora LOYOLA, São Paulo-SP, Brasil, 1992
MÉSZÁROS, I. Para além do Capital. 2ª ed. São Paulo: Boitempo, 2002.
MÉSZÁROS, I. O século XXI: socialismo ou barbárie? São Paulo: Boitempo, 2003.
MÉSZÁROS, I. A Teoria da Alienação em Marx. São Paulo: Boitempo, 2006.
REGO, W. Capoeira Angola: um ensaio sócio-etnográfico. Salvador: Itapuã, 1968.
SAVIANI, D. Pedagogia Histórico-Crítica. 8ª ed. Campinas: Autores Associados, 2003.
TAFFAREL, C. N. Z. Pedagogia Histórico-Crítica e metodologia de ensino Crítico-Superadora da Educação Física: nexos e determinações. Nuances: estudos sobre Educação, Presidente Prudente/SP, v. 27, n. 1, pp. 5-23, jan./abr. 2016. DOI: https://doi.org/10.14572/nuances.v27i1.3962
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Motrivivência

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Os autores dos textos enviados à Motrivivência deverão garantir, em formulário próprio no processo de submissão:
a) serem os únicos titulares dos direitos autorais dos artigos,
b) que não está sendo avaliado por outro(s) periódico(s),
c) e que, caso aprovado, transferem para a revista tais direitos, sem reservas, para publicação no formato on line.
Obs.: para os textos publicados, a revista Motrivivência adota a licença Creative Commons “Atribuição - Não Comercial - Compartilhar Igual 4.0 Internacional” (CC BY-NC-SA).
