Indústria cultural e mercantilização da cultura como projeto de semiformação na educação da infância moderna

Autores

  • Anilde Tombolato Tavares da Silva Universidade Estadual de Londrina - UEL
  • Sinésio Ferraz Bueno Universidade Estadual Paulista - UNESP. Júlio de Mesquita Filho, Campus de Marília.

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-795X.2017v35n4p1164

Palavras-chave:

Indústria cultural, Teoria crítica, Semiformação, Educação

Resumo

O presente artigo se propõe delinear o caminho da reflexão adorniana sobre a Indústria Cultural, mercantilização da cultura e semiformação, por meio da revisão de literatura e apoio do referencial teórico metodológico da Teoria Crítica da Sociedade e, a partir daí, estabelecer uma reflexão acerca da importância do processo de formação cultural como projeto de emancipação do indivíduo. Nesse sentido, considera-se relevante pensar a maneira como a cultura torna-se veículo de semiformação ao invés de condutor para a emancipação na educação da infância moderna. Procura-se evidenciar que o indivíduo é estimulado a pensar-se como ser singular e livre, mas que constrói a partir da mercantilização dos bens culturais um espírito míope que o condiciona ao isolamento de si para si no mundo, mediante o princípio da conformidade.

Biografia do Autor

Anilde Tombolato Tavares da Silva, Universidade Estadual de Londrina - UEL

Doutora em Educação pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), Campus Marília. Professora do Departamento de
Educação da Universidade Estadual de Londrina(UEL).

Sinésio Ferraz Bueno, Universidade Estadual Paulista - UNESP. Júlio de Mesquita Filho, Campus de Marília.

Doutor em História e Filosofia da Educação pela Universidade de São Paulo (USP). Professor do Departamento de
Filosofia da Faculdade de Filosofia e Ciências e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Filosofia e
Ciências da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” Campus Marília, São Paulo.

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Publicado

2017-12-21