Continuidades e rupturas na história da eugenia: uma análise a partir das publicações de Renato Kehl no Pós-Segunda Guerra Mundial

Leonardo Dallacqua de Carvalho, Vanderlei Sebastião de Souza

Resumo


De maneira geral, o período posterior à Segunda Guerra Mundial é caracterizado como um momento de inflexão ou descontinuidade das teorias raciais e do debate sobre identidade racial, sobretudo quando nos referimos à história da eugenia. A partir da análise da obra do médico e eugenista Renato Kehl (1889-1974), o objetivo deste artigo é investigar as continuidades e descontinuidades do pensamento eugênico desse personagem, procurando compreender os sentidos que as ideias eugênicas ganharam no Pós-Segunda Guerra. A continuidade das publicações de Kehl sobre eugenia nas décadas de 1940 a 1960 permite observar o desenvolvimento desse debate em um contexto de contestação às teorias eugênicas.


Palavras-chave


Eugenia; Nação; História das ciências

Texto completo:

PDFA


DOI: https://doi.org/10.5007/2175-795X.2017v35n3p887



Direitos autorais 2018 Leonardo Dallacqua de Carvalho, Vanderlei Sebastião de Souza

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Perspectiva, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. ISSN print 0102-5473, ISSN 2175-795X.

Recomendamos o uso do browser Firefox_Mozilla como navegador do portal .

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.