Relaciones de género y sexualidad en la formación de docentes que enseñarán matemáticas: memorias del tiempo escolar y la necesidad de invisibilizar a los sujetos

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-795X.2026.e106759

Palabras clave:

Pedagogía del insulto, Educación matemáticas, Narrativas

Resumen

El objetivo de este artículo es problematizar el proceso escolar de invisibilización causado por la cisheteronormatividad en cuerpos disidentes y cómo este puede comprometer el aprendizaje de las matemáticas e impactar en la formación de futuros docentes que las impartirán. Considerando la narrativa como un texto vivo y cargado de sentimientos polisémicos, los datos se produjeron a partir de narrativas autobiográficas de cuatro estudiantes de Pedagogía en una universidad federal del nordeste brasileño, quienes rememoraron su aprendizaje con las matemáticas escolares durante la asignatura Fundamentos y Metodología de la Enseñanza de las Matemáticas, a través de la producción de sus memoriales de formación. La investigación es de tipo biográfico-narrativo y el análisis, desde la perspectiva enunciativo-discursiva bajtiniana, se mueve entre los procesos de extrañamiento y subjetivación de la sexualidad, estableciendo un diálogo con la literatura que aborda una educación que cuestiona el porqué de las cosas, con el propósito de contribuir a reflexiones en/a través de la encrucijada de la Educación Matemática para una posible reducción de las injusticias y el combate a la LGBTfobia. Asimismo, existe una constante sensación de inadecuación por parte del alumnado irrespetado a medida que avanza en la escuela. Como resultado, observamos en el entorno escolar una pedagogía de la sexualidad que legitima ciertas identidades, reprime y margina a otras que no pertenecen al estándar cisheteronormativo, alimentando una "pedagogía del insulto" y una "pedagogía del armario", invisibilizando a personas y temas en el entorno escolar.

Biografía del autor/a

Jónata Ferreira de Moura, Universidade Federal do Maranhão

Doutor e Mestre em Educação (Educação Matemática) pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação da Universidade São Francisco (2015-2019) com período de estágio doutoral na Universitat de Barcelona (09/2018-02/2019). Professor Adjunto da Universidade Federal doMaranhão (CCIm/UFMA), atuando no Programa de Pós-Graduação em Educação e PráticasEducativas (Mestrado Profissional em Educação) e no curso de Pedagogia. Membro do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Gênero e Sexualidade nas Práticas Educativas (GESEPE - CNPQ/UFMA). Vice-lider do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Histórias de Formação de Professores que Ensinam Matemática (HIFOPEM- CNPQ/USF). Membro da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM), atuando como 2º tesoureiro da Regional do Maranhão, membro da Associação Brasileira de Pesquisa (Auto)Biográfica (BIOGraph).

John Jamerson da Silva Brito, Universidade Federal de Juiz de Fora

Mestre em Formação docente em práticas educativas pela Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.

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Publicado

2026-08-12

Cómo citar

Moura, J. F. de, & Brito, J. J. da S. (2026). Relaciones de género y sexualidad en la formación de docentes que enseñarán matemáticas: memorias del tiempo escolar y la necesidad de invisibilizar a los sujetos. Perspectiva, 44(1), 1–20. https://doi.org/10.5007/2175-795X.2026.e106759

Número

Sección

Dossiê Insubordinações criativas nas encruzilhadas das Educações Matemáticas: virada ética e movimentos sociais