Sexualidade na sala de aula: tecendo aprendizagens a partir de um artefato pedagógico

Autores

  • Benícia Oliveira da Silva Universidade Federal do Rio Grande
  • Paula Regina Costa Ribeiro Universidade Federal do Rio Grande

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0104-026X2011000200014

Palavras-chave:

Artefatos Culturais, Sexualidade, Seção Sexo

Resumo

Neste artigo, discutimos a seção Sexo da revista Capricho como um artefato cultural. Em nossas discussões, compreendemos que esse artefato constitui-se em uma pedagogia cultural que produz e divulga significados acerca da temática sexualidade, operando não apenas como fonte de informação ou entretenimento. Esse artefato, além de possibilitar a discussão de questões como sistemas genitais, métodos contraceptivos, Aids e DST, que já estão presentes nos currículos escolares e nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), promove a inclusão de temas acerca de anseios, medos, prazeres, comportamento, gênero e corpo que nem sempre são abordados nos currículos, problematizando, assim, diferentes representações e significados atribuídos à sexualidade e que circulam em nossa sociedade.

Biografia do Autor

Benícia Oliveira da Silva, Universidade Federal do Rio Grande

Mestre em Educação em Ciências e graduada em Ciências Biológicas – Licenciatura na Universidade Federal do Rio Grande (FURG), é integrante do Grupo de Pesquisa Sexualidade e Escola (GESE), desta mesma instituição, atuando principalmente nos seguintes temas: corpos, gênero, sexualidades e adolescência.

Paula Regina Costa Ribeiro, Universidade Federal do Rio Grande

Doutora em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professora associada II do Instituto de Educação e dos Programas de Pós-Graduação em Educação Ambiental e Educação em Ciências da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), coordena o Grupo de Pesquisa Sexualidade e Escola (GESE), tendo como foco de pesquisa a educação paraa sexualidade na formação inicial e continuada de professores/as. É bolsista produtividade 1D do CNPq.

Downloads

Publicado

2011-01-01

Edição

Seção

Dossiê