Feminidad y Disney: la performatividad hiperbólica de las princesas
DOI:
https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n2103525Palabras clave:
princesas, género, performatividadResumen
Walt Disney Pictures, a través de la marca Princesas, ha desempeñado un papel crucial en la construcción de género, perpetuando durante décadas un patrón de feminidad que refuerza expectativas restrictivas para las mujeres, como la dependencia de los hombres y el énfasis en la apariencia física. Sin embargo, con el avance del feminismo, esta concepción ha ido evolucionando. Este artículo analiza cómo la empresa ha moldeado y continúa moldeando a sus personajes femeninos, explorando los cambios y continuidades promovidos por el estudio a la luz de la óptica de género (Butler, 2021), y discutiendo sus implicaciones socioculturales en la sociedad contemporánea.
Descargas
Citas
A BELA e a Fera. Direção: Gary Trousdale e Kirk Wise. Gênero: Fantasia/Animação/Musical. País de Origem: Estados Unidos. Ano de Produção: 1991.
A VÊNUS loura. Direção: Josef von Sternberg. Roteiro: Jules Furthman e S. K. Lauren, baseado em história de Furthman e von Sternberg (história original “Mother Love” de Marlene Dietrich). Gênero: Drama/Romance. País de Origem: Estados Unidos. Ano de Produção: 1932.
ALTMAN, Rick. Film/Genre. 1 ed. Londres: BFI Publishing, 1999.
BACCHILEGA, Cristina. Postmodern Fairy Tales: Gender and Narrative Strategies. 1 ed. Pennsylvania: University of Pennsylvania Press, 1999.
BEAUVOIR, Simone De. O Segundo Sexo: A experiência vivida, volume 2. Tradução de Sérgio Milliet. 2 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.
BRANCA de Neve e os Sete Anões. Direção: Ben Sharpsteen, David Hand, Larry Morey, Perce Pearce, Wilfred Jackson e William Cottrell. Gênero: Fantasia/Animação. País de Origem: Estados Unidos. Ano de Produção: 1937. Duração: 83 minutos.
BUTLER, Judith. “Os atos performativos e a constituição do gênero: um ensaio sobre fenomenologia e teoria feminista”. Tradução de Jamille Pinheiro Dias. Chão da feira/Caderno de leituras, v. 1, n. 78, p. 1-16, 2018.
BUTLER, Judith. Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade. Tradução de Renato Aguiar. 21 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2021.
CONNELL, Raewyn. Gênero em termos reais. Tradução de Marília Maschkovich. 1 ed. São Paulo: nVersos, 2016.
DAVIS, Amy M. Good Girls And Wicked Witches - Women In Disney’s Feature Animation. Londres: John Libbey Publishing Ltd., 2007.
ELSAESSER, Thomas; HAGENER, Malte. Teoria do cinema: Uma introdução através dos sentidos. Tradução de Mônica Saddy Martins. Campinas, SP: Papirus, 2018.
KAMITA, Rosana Cássia. “Relações de gênero no cinema: contestação e resistência”. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 25, n. 3, 2017.
KAPLAN, Ann. A mulher e o cinema: Os dois lados da câmera. Tradução de Helen Pessoa. 1 ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1995.
KORNIS, Mônica Almeida. “História e Cinema: um debate metodológico”. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 5, n. 10, p. 237-250, 1992.
METZ, Christian. A Significação no Cinema. Tradução de Jean-Claude Bernardet. 2 ed. São Paulo: Perspectiva, 1977.
MOANA. Direção: John Musker, Ron Clements, Chris Williams e Don Hall. Gênero: Animação, Aventura, Musical, Fantasia. Duração: Aproximadamente 103 a 113 minutos. País de Origem: Estados Unidos. Ano de Produção: 2016.
MOLLET, Tracey. A Cultural History of the Disney Fairy Tale: Once Upon an American Dream. Londres: Palgrave Macmillan, 2020.
ORENSTEIN, Peggy. Cinderella Ate My Daughter Dispatches From The Front Lines Of The New Girlie-Girl Culture. Nova Iorque: Harper Paperbacks, 2011.
SILVA, Arantxa Sanches Silva da. Jessica Jones (Alias): Sobre Mudanças nos Paradigmas das Super-Heroínas Pós Anos 2000. 2021. Dissertação (Mestrado em História) - Programa de Pós-Graduação em História, Instituto de Ciências Humanas, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, RS, Brasil.
SMALE, Will. “A ideia que surgiu numa fila e hoje rende bilhões de dólares por ano à Disney”. BBC News, 27/12/2018. Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/geral-46692062. Acesso em 15/06/2024.
VALIM, Alexandre Busko. “História e Cinema”. In: CARDOSO, Ciro F.; VAINFAS, Ronaldo (Orgs.). Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
WARNER, Marina. From the Beast to the Blonde: On Fairy Tales and their Tellers. 2 ed. New York: Farrar, Straus and Giroux, 1995.
WISH. Direção: Chris Buck e Fawn Veerasunthorn. País: Estados Unidos. Gênero: Musical. Duração: 95 minutos.
WOLF, Naomi. O mito da beleza: como as imagens de beleza são usadas contra as mulheres. Tradução de Waldéa Barcellos. 16 ed. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2021.
ZIPES, Jack. Why fairy tales stick: the evolution and relevance of a genre. Abingon: Routledge, 2006.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista Estudos Feministas

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
La Revista Estudos Feministas está bajo licencia de la Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite compartir el trabajo con los debidos créditos de autoría y publicación inicial en este periódico.
La licencia permite:
Compartir (copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato) y/o adaptar (remezclar, transformar y crear a partir del material) para cualquier propósito, incluso comercial.
El licenciante no puede revocar estos derechos siempre que se cumplan los términos de la licencia. Los términos son los siguientes:
Atribución - se debe otorgar el crédito correspondiente, proporcionar un enlace a la licencia e indicar si se han realizado cambios. Esto se puede hacer de varias formas sin embargo sin implicar que el licenciador (o el licenciante) haya aprobado dicho uso.
Sin restricciones adicionales - no se puede aplicar términos legales o medidas de naturaleza tecnológica que restrinjan legalmente a otros de hacer algo que la licencia permita.


