Feminilidade e Disney: a performatividade hiperbólica das princesas
DOI:
https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n2103525Palavras-chave:
princesas, gênero, performatividadeResumo
A Walt Disney Pictures, através da marca Princesas, tem desempenhado um papel crucial na construção de gênero, perpetuando por décadas um padrão de feminilidade que reforça expectativas restritivas para as mulheres, como a dependência dos homens e a ênfase na aparência física. Contudo, com o avanço do feminismo, essa concepção tem evoluído. Este artigo analisa como a empresa moldou e continua a moldar suas personagens femininas, explorando as mudanças e continuidades promovidas pelo estúdio à luz da ótica de gênero (Butler, 2021), e discutindo suas implicações socioculturais na sociedade contemporânea.
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