Modelagem matemática de Transformações Gasosas: Uma Análise Sob a Perspectiva dos Registros de Representação Semiótica
DOI:
https://doi.org/10.5007/1981-1322.2026.e109832Palavras-chave:
Modelagem matemática, Registros de Representação Semiótica, Transformações gasosasResumo
Este estudo, amparado na teoria dos registros de representação semiótica, analisa as produções de estudantes do curso técnico integrado em Química do IFSC – campus Criciúma, em uma atividade de modelagem de transformações gasosas. Para sua concepção, mobilizamos de forma articulada noções próprias da teoria dos registros de representação semiótica e da modelagem matemática. A sequência foi organizada em três contextos dedicados às transformações isovolumétricas, isobáricas e isotérmicas, cada qual com uma etapa de contextualização e uma etapa experimental, seguidas de questões que orientaram a ação dos estudantes nas diferentes fases da modelagem. O estudo foi realizado com vinte estudantes do segundo ano, divididos em quatro equipes. As evidências indicam que a mobilização de diferentes registros de representação semiótica no processo de ensino e aprendizagem dos objetos matemáticos favoreceu ações e retroações ao longo das etapas da modelagem.
Referências
Almeida, L. M. W. de, Silva, K. A. P. da, & Vertuan, R. E. (2016). Modelagem matemática na educação básica. Contexto.
Andrade Filho, B. M. A., & Rauen, F. J. (2018). Congruência em conversões de registros de representação semiótica: análise orientada pela noção de relevância. Revista Educação Matemática Pesquisa, 20(1), 518–538. https://doi.org/10.23925/1983-3156.2018v20i1p518-538
Bassanezi, R. C. (2010). Ensino-aprendizagem com modelagem matemática: uma nova estratégia (3. ed.). Contexto.
Bicudo, M. A. V. (2013). Um ensaio sobre concepções a sustentarem sua prática pedagógica e produção de conhecimento (da Educação Matemática). In C. R. Flores & S. Cassiani (Orgs.), Tendências contemporâneas nas pesquisas em educação matemática e científica: Sobre linguagens e práticas culturais (pp. 17–40). Mercado das Letras.
Biembengut, M. S., & Hein, N. (2010). Modelagem matemática no ensino (5. ed.). Contexto.
Brasil. Ministério da Educação. (2018). Base Nacional Comum Curricular (BNCC). http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/BNCC_19dez2018_site.pdf
Damm, R. F. (2008). Registros de representação. In S. D. A. Machado (Org.), Educação matemática: uma (nova) introdução (3. ed., pp. 167–188). Educ.
Duval, R. (1993). Registres de représentation sémiotique et fonctionnement cognitif de la pensée. Annales de Didactique et de Sciences Cognitives, 5, 37–65.
Duval, R. (1995). Sémiosis et pensée humaine: registres sémiotique et apprentissages intellectuels. Peter Lang.
Duval, R. (2008). Registros de representações semióticas e funcionamento cognitivo da compreensão em matemática. In S. D. A.
Machado (Org.), Aprendizagem em matemática: registros de representação semiótica (pp. 11–34). Papirus.
Duval, R. (2009). Semiósis e pensamento humano: registros semióticos e aprendizagens intelectuais (L. F. Levy & M. R. A. da Silveira, Trad.). Livraria da Física. (Obra original publicada em 1995)
Kline, M. (1976). O fracasso da matemática moderna (L. G. Carvalho, Trad.). Ibrasa. (Obra original publicada em 1973)
PhET Interactive Simulations. (s.d.). Properties of Gases [Simulador]. University of Colorado Boulder. https://phet.colorado.edu
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Bazilicio Manoel de Andrade Filho

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro, com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista).
