Teoria crítica e educação matemática centrada no estudante: buscando bases para a teoria educacional

Laynara dos Reis Santos Zontini, Dionísio Burak

Resumo


Nesse artigo utilizamos a teoria crítica de Paulo Freire para visualizar a Educação Matemática como possibilidade de formação do sujeito, ou seja, cujo centro do ensino seja a pessoa. Para isso, procuramos articular alguns pressupostos filosóficos e epistemológicos da fenomenologia Heidegger e do existencialismo de Kierkgaard com a teoria educacional de Paulo Freire, de modo que possamos situar a centralidade do estudante no horizonte da discussão da Educação Matemática.  Seguindo um olhar qualitativo fenomenológico, trazemos uma articulação que se mostra como base para compreender a educação humanizada, centrada no ser (o estudante); e que permite olhar a matemática pela importância para a compreensão do mundo e da formação humana, situando, assim, a educação matemática nesse contexto.


Palavras-chave


Educação Matemática; Existencialismo; Fenomenologia; Paulo Freire

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DOI: https://doi.org/10.5007/1981-1322.2016v11nespp134

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REVEMAT: R. Eletr. Educ. Mat., UFSC/MTM/PPGECT, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 1981-1322.
 
 

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