O modelo dos campos semânticos para pensar a multiplicação em sala de aula

Autores

  • Rejane Siqueira Julio Professora adjunta da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL), Instituto de Ciências Exatas, Programa de Pós-Graduação em Educação. https://orcid.org/0000-0002-3248-800X
  • Guilherme Francisco Ferreira Mestre e doutor em Educação Matemática pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Geociência e Ciências Exatas, Rio Claro/SP, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-7292-2405

DOI:

https://doi.org/10.5007/1981-1322.2020.e70688

Palavras-chave:

Multiplicação, Modelo dos campos semânticos, Educação matemática

Resumo

Este artigo utiliza como referencial teórico o Modelo dos Campos Semânticos (MCS) e tem como objetivos apresentar e discutir diferentes significados para a multiplicação, fazer uma distinção entre a multiplicação na rua e na escola e trazer aspectos didáticos que podem ser levados em consideração quando professores forem se preparar para abordar multiplicação em sala de aula. Para isso, foram utilizados os Parâmetros Curriculares Nacionais, a Base Nacional Comum Curricular, teorizações realizadas com base no MCS e exemplos de diferentes situações envolvendo multiplicação. A partir das considerações apresentadas e desenvolvidas neste artigo, espera-se contribuir para uma ampliação nos modos de produção de significados de professores quando estes se depararem com a docência do tema multiplicação na Educação Básica.

Biografia do Autor

Rejane Siqueira Julio, Professora adjunta da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL), Instituto de Ciências Exatas, Programa de Pós-Graduação em Educação.

Docente do departamento de Matemática, do Instituto de ciências exatas, e do programa de pós-graduação em Educação da Universidade Federqal de Alfenas (UNIFAL-MG). Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas e mestre em Educação Matemática pela Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" de Rio Claro.

Lattes: http://lattes.cnpq.br/1798884495942862

Guilherme Francisco Ferreira, Mestre e doutor em Educação Matemática pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Geociência e Ciências Exatas, Rio Claro/SP, Brasil.

Mestre e doutor em Educação Matemática pela Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" e um dos coordenadores do Curso de GeoGebra, cujas informações podem ser acessadas em ogeogebra.com.br.

Lattes: http://lattes.cnpq.br/6650430764851555

Referências

Brasil. Secretaria de Educação Fundamental (SEF). (1997). Parâmetros Curriculares Nacionais: matemática (1ª a 4ª séries). Brasília: MEC/SEF.

Brasil. Secretaria de Educação Fundamental (SEF). (1998). Parâmetros Curriculares Nacionais: matemática (5ª a 8ª séries). Brasília: MEC/SEF.

Brasil. Secretaria da Educação Básica. (2018). Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB.

Julio, R. S. (2007). Uma leitura da produção de significados matemáticos e não-matemáticos para Dimensão (Dissertação de Mestrado em Educação Matemática). Universidade Estadual Paulista, Rio Claro.

Julio, R. S. & OLIVEIRA, V. C. A. de. (2019). Estranhamento e descentramento na prática de formação de professores de Matemática. Boletim GEPEM, n.72, 112-123. doi: http://dx.doi.org/10.4322/gepem.2018.008

Lave, J. (2002). Do lado de fora do supermercado. M. Ferreira. (Org.), Ideias Matemáticas de povos culturalmente distintos. (pp. 65-98). São Paulo: Global.

Lins, R. C., & Gimenez, J. (1997). Perspectivas em Aritmética e Álgebra para o Século XXI. 4 ed. Campinas: Editora Papirus.

Lins, R. C. (2005). A Formação Pedagógica em Disciplinas de Conteúdo Matemático nas Licenciaturas em Matemática. Revista de Educação PUC-Campinas. Recuperado em 10 de dezembro de 2019, de http://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/reveducacao/article/view/267

Lins, R. C. (2004). Monstros, Matemática e Significados. In: M. Bicudo, & M. Borba. (Orgs.), Educação Matemática: pesquisa em movimento. (pp. 92-120). São Paulo: Cortez.

Lins, R. C. (1999). Por que discutir teoria do conhecimento é relevante para a Educação Matemática. In: M. Bicudo. (Org.), Perspectivas em educação matemática: concepções e perspectivas. (pp. 75-94). São Paulo: Editora da Unesp.

Lins, R. C. (2012). O modelo dos campos semânticos: Estabelecimentos e notas de teorizações. In. C. Angelo, et al. (Orgs.), Modelo dos Campos Semânticos e Educação Matemática: 20 anos de história. (pp. 11-30). São Paulo: Midiograf.

Oliveira, V. C. A. de. (2011). Uma leitura sobre formação continuada de professores de matemática fundamentada em uma categoria da vida cotidiana (Tese de Doutorado em Educação Matemática). Universidade Estadual Paulista, Rio Claro.

Downloads

Publicado

2020-07-21

Edição

Seção

Artigos