Joseph Roth, tradutor do Império perdido

Autores

  • Luis S. Krausz Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7968.2014v3nespp111

Palavras-chave:

Literatura austríaca, Nostalgia, Judaísmo, Mitteleuropa

Resumo

Este artigo discute um folhetim jornalístico do escritor austríaco Joseph Roth que trata de uma miniatura do Templo de Salomão, encontrada por ele num café da Hirtenstrasse berlinense, no coração do que foi, na década de 1920, o bairro habitado pelos judeus do Leste da Europa na capital alemã. A nostalgia, sob cujo signo foi criada tal miniatura, torna-se uma metáfora da nostalgia pelo império Austro-Húngaro, chave para a compreensão da obra romanesca deste escritor. Ao mesmo tempo, esta nostalgia rothiana é contextualizada no âmbito das crenças místicas e messiânicas do judaísmo tradicional.

Biografia do Autor

Luis S. Krausz, Universidade de São Paulo

Mestrado em Letras Clássicas, Universidade da Pensilvânia. Doutorado em Literatura e Cultura Judaica, Universidade de São Paulo. Pós-Doutorado em Literatura e Cultura Judaica, Universidade de São Paulo. Professor RDIDP da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. São Paulo, São Paulo, Brasil. E-mail: lkrausz@uol.com.br

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Publicado

2014-10-30