O ideal e o real no ensino universitário da tradução.

Autores

  • Érika Nogueira de Andrade Stupiello Universidade do Estado de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.5007/%25x

Palavras-chave:

ensino, prática de tradução, teoria da tradução, pósmodernidade.

Resumo

O presente trabalho apresenta uma reflexão sobre as expectativas em geral sustentadas por alunos ingressantes em um curso universitário de tradução, redimensionadas pelo pensamento vinculado à pós-modernidade. A visão que a maior parte dos aprendizes compartilha é a de que o ensino da tradução pode ser sistematizado e aprendido por um método único e infalível, uma postura que reflete o pensamento tradicional sobre tradução como uma operação de transferência de significados de uma língua para outra. Por outro lado, a reflexão pós-moderna concebe a tradução como uma atividade de produção, e não reprodução, de significados, simultaneamente desvinculando o tradutor da imagem de responsável por um transporte irrealizável de significados intactos, mas outorgando-lhe o papel de co-autor responsável pela reescritura de um texto.

Biografia do Autor

Érika Nogueira de Andrade Stupiello, Universidade do Estado de São Paulo

É Bacharel em Letras com Habilitação em Tradução (Inglês) pela Unesp de Rio Preto/SP desde 1997. Concluiu o mestrado em Estudos Lingüísticos pela Unesp de Rio Preto/SP em 2001. Atualmente está desenvolendo pesquisas em nível de doutorado em Estudos da Tradução pela Unesp de Rio Preto/SP. Possui publicações em periódicos especializados e trabalhos em anais de eventos. Apresentou trabalhos em eventos científicos no exterior e no Brasil. Atua na área de Estudos da Tradução, ministrando cursos e aulas de Teoria e Prática de Tradução e Interpretação. É também tradutora pública e intérprete comercial desde 2001. Em seu currículo Lattes os termos mais freqüentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: tradução juramentada, tecnologia de tradução; memórias de tradução.

Mais informações: Currículo Lattes - CNPq.

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Publicado

2006-04-30

Edição

Seção

Artigos