A organização do conhecimento como espaço de articulação de comunidades discursivas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5007/1518-2924.2023.e92002

Palavras-chave:

Organização do conhecimento, Comunidades discursivas, Auto-organização

Resumo

Introdução: A organização do conhecimento constitui uma construção cultural, permeada por valores situados no espaço e no tempo, e caracterizada por uma natureza helicoidal - circular aberta e ascendente – aspecto que reflete a dinâmica das comunidades discursivas nela interagentes, permeadas por forças sociais transformadoras e por uma ética de reciprocidades entre os indivíduos comunicantes.

Objetivos: Busca-se discutir a natureza e as características da tríade de comunidades discursivas ali interagentes – do produtor, do usuário e do organizador/mediador - notadamente em uma perspectiva de auto-organização e em um movimento dinâmico de configuração helicoidal como uma alternativa para melhor compreender os processos, instrumentos e produtos envolvidos.

Métodos: Trata-se de uma reflexão de cunho teórico-especulativo, pautada em que um recorte da literatura internacional sobre organização do conhecimento em sua vertente sociocultural cotejado com as questões relativas às comunidades discursivas de modo subsidiar a argumentação sobre a natureza comunicativa desse contexto.

Resultados: Evidencia-se a necessidade de se considerar  que os responsáveis pelo desenvolvimento dos processos de organização e representação do conhecimento assim como os responsáveis pela idealização e elaboração de sistemas de organização do conhecimento constituem igualmente uma comunidade discursiva que, por sua vez, deve estar em plena consonância com as duas outras de modo a propiciar uma ética transcultural de mediação que inclua as diferentes vertentes culturais e suas relações de modo a garantir uma efetiva garantia cultural.

Conclusão: Considerando que a organização do conhecimento constitui uma necessidade humana ao longo da história, acredita-se que a noção de auto-organização na tríade de comunidades discursivas envolvidas na organização do conhecimento – a da produção, a da recepção e a do tratamento – quando compreendida nos termos de uma visão sinergética, epistemológica e ontológica, confere maior significado teórico e melhor explicitação aos processos, instrumentos e produtos envolvidos.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Walter Clayton de Oliveira, Mato Grosso State University

Possui graduação em Biblioteconomia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2002), mestrado em Ciência da Informação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2005) e doutorado em Ciência da Informação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2013). Atualmente é assessor técnico da Supervisão Central de Bibliotecas da Universidade do Estado de Mato Grosso, monitorando e controlando as atividades técnicas e administrativas da unidade que compõem o sistema de informação e documentação da universidade. 

José Augusto Chaves Guimarães, Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Possui graduação em Biblioteconomia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1981), graduação em Direito pela Fundação de Ensino Eurípides Soares da Rocha (1981), mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (1989) , doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (1994), livre-docência em Análise documentária pela Universidade Estadual Paulista (2000). Realizou estágio pós-doutoral na Universidad Carlos III de Madrid (2008-2009). Desde 2009 ocupa o cargo de Professor Titular do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho em Marília-SP. 

Referências

ALMEIDA, Patrícia de. A hermenêutica na Ciência da Informação: da revisão de literatura ao esboço de uma metodologia. Ibersid: Revista de Sistemas de Información Y Documentación, Zaragoza, v. 16, p. 83-92, 2022.

AMORIM, Igor Soares; CAFÉ, Ligia Maria Arruda. Os conceitos de comunidade discursiva, domínio e linguagem na análise de domínio hjørlandiana. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 17., 2016, Bahia. Anais [...]. Bahia, 2016. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/190585. Acesso em: 22 nov. 2022.

ANDERSON, Benedict. Imagined communities: reflections on the origin and spread of nationalism. London: Verso, 1983.

BARITÉ, Mario. Organización del conocimiento: un nuevo marco teórico-conceptual en bibliotecología y documentación. In: CARRARA, Kester (org.). Educação, universidade e pesquisa: textos completos do III Simpósio em Filosofia e Ciência: paradigmas do conhecimento no final do milênio. Marília: Unesp-Marília-Publicações; São Paulo: FAPESP, 2001. p. 35-60.

BARRETO, Aldo de Albuquerque. As palavras voam, a escrita permanece: a aventura do hipertexto. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 5, n. 5, p. A01, 2004. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/6547. Acesso em: 22 de novembro de 2022.

BEGHTOL, Clare. Bibliographic classification theory and text linguistics: aboutness analysis, intertextuality and the cognitive act of classifying documents. Journal of Documentation, London, v. 42, n. 2, p. 84-113, June. 1986.

BEGHTOL, Clare. A proposed ethical warrant for global knowledge representation and organization systems. Journal of Documentation, London, v. 58, n.5, p.507-32, 2002.

BEGHTOL, Clare. Ethical decision-making for knowledge representation and organization systems for global use. Journal of the American Society for Information Science and Technology, Hoboken, NJ, v.56, n.9, p.903-91, 2005.

BERMAN, Sanford. Prejudices and antipathies: a tract of Library of Congress Subjects Headings concerning people. Metuchen: Scarecrow Press, 1971.

BLISS, Henry Evelyn. The organization of knowledge and the system of the sciences. New York: Henry Holt and Company, 1929.

BLISS, Henry Evelyn. The organization of knowledge in libraries and the subject-approach to books. New York: The H. W. Wilson Company, 1933.

BOURDIEU, Pierre. Capital cultural, escuela y espacio social. Mexico D.F.: Siglo Veiteuno, 1997.

BOURDIEU, Pierre. O capital social: notas provisórias. In: CATANI, A.; NOGUEIRA, M. (org.) Escritos de educação. Petrópolis: Vozes, 1998.

CAFÉ, Lígia; BRASCHER, Marisa. Organização do conhecimento: teorias semânticas base para estudo e representação de conceitos. Informação e Informação, Londrina, v.16, n.3, p. 25-51, 2011. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/10388. Acesso em: 18 nov. 2022.

CANEVACCI, Massimo. Sincretismo: uma exploração das hibridações culturais. São Paulo: Studio Nobel; Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro; Instituto Italiano de Cultura, 1996.

CAPURRO, Rafael. La Hermenéutica frente al desafío de la técnica digital. Hermeneutics and the challenge of digital technology. Liinc em revista, Rio de Janeiro, n. 2, v. 6, 2010. (Dossiê Linguagem, Informação e Nova Dinâmica Social). Dispónível em: https://revista.ibict.br/liinc/article/view/3264. Acesso em: 16 nov. 2022.

DAHLBERG, Ingetraut. Knowledge organization: its scope and possibilities. Knowledge Organization, Würzburg, v. 20, n. 4, p. 211-222, 1993.

DAHLBERG, Ingetraut. Current trends in knowledge organization. In: García Marco, Francisco Javier (ed.). Organización del conocimiento em sistemas de información y documentación. Zaragoza: Universidad de Zaragoza, 1995. p.7-26.

DIAS, Célia Consolação. A análise de domínio, as comunidades discursivas, a garantia da literatura e outras garantias. Informação & Sociedade: Estudos, João Pessoa, v. 25, n. 2. p. 7-17, 2015. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/7. Acesso em: 18 nov. 2022.

DROBNICKI, John A. Bliss: The Man and the Classification. City University of New York (CUNY): CUNY Academic Works, 1996. E-Book. Disponível em: http://academicworks.cuny.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1014&context=yc_pubs . Acesso em: 16 nov. 2022.

FERNANDES, Geni Chaves. O objeto de estudo da Ciência da Informação. Informare: Cadernos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, Rio de Janeiro, v.1, n.1, p. 25-30, 1995.

FURNER, Jonathan. Interrogating “Identity”: A Philosophical Approach to an Enduring Issue in Knowledge Organization. Knowledge Organization, Wurzburg, v. 36, n. 1, p. 3-16, 2009.

GARCÍA GUTIÉRREZ, Antonio. Knowledge Organization from a ‘Culture of the Border’ Towards a Transcultural Ethics of Mediation. In: LÓPEZ HUERTAS, Maria José (ed.). Challenges in Knowledge Representation and Organization for the 21st Century: Integration of Knowledge Across Boundaries. Würzburg: Ergon, 2002. p. 516-22.

GARCÍA MARCO, Francisco Javier. Avances en organización del conocimiento en España: los II encuentros sobre organización del conocimiento en los sistemas de información y documentación. In: GARCÍA MARCO, Francisco Javier (ed.). Organización del conocimiento en sistemas de información y documentación. Zaragoza : Libreria General, 1997. v.1, p. 7-12.

GNOLI, Claudio. Ten Long-Term Research Questions in Knowledge Organization. Knowledge Organization, Wurzburg, v.35, n.2/3, p.137-149, 2008.

GUIMARÃES, José Augusto Chaves. Aspectos éticos em organização e representação do conhecimento (O.R.C.): uma reflexão preliminar. In: González de Gómez, Maria Nélida; Orrico, Evelyn Goyannes Dill (Org.). Políticas de memória e informação: reflexos na organização do conhecimento. Natal: EDUFRN, 2006, p.237-264.

GUIMARÃES, José Augusto Chaves. Slanted knowledge organization as a new ethical perspective. In: ANDERSEN, Jack; SKOUVIG, Laura (eds.). The organization of knowledge: caught between global structures and local meaning. Bingley: Emerald, 2017. p. 87-102

HAAS, Peter M. Do regimes matter: epistemic communities and Mediterranean pollution control. International Organization, Cambridge, v. 43, n. 3, p. 377-403, 1989.

HAAS, Peter M. Epistemic communities and international policy coordination. International Organization, Cambridge, v. 46, n. 1, p. 01-35, 1992.

HJØRLAND, Birger. Domain analysis in information Science: eleven approaches traditional as well as innovative. Journal of Documentation, London, v. 58, n. 4, p. 422-462, 2002a.

HJØRLAND, Birger. Epistemology and the socio-cognitive perspective in information science. Journal of the American Society for Information Science and Technology, c v.53, n.4, p. 257-270, 2002b.

HJØRLAND, Birger. Meta-analysis should also be visible inside information science (Letter to the Editor). Journal of the American Society for Information Science and Technology, Hobroken, NJ, v.53, n.4, p. 324, 2002c.

HJØRLAND, Birger. Arguments for epistemology in information science. Journal of the American Society for Information Science and Technology, Hobroken, NJ, v. 54, n.8, p. 805-806, 2003.

HJØRLAND, Birger. "What is Knowledge Organization (KO)?" Knowledge Organization, Wurzburg, v.35, n. 2/3, p. 86-101, 2008b.

HJØRLAND, Birger. Concept theory. Journal of the American Society for Information Science and Technology, Hobroken, NJ, v. 60, n.8, p. 1519-1536, 2009.

HJØRLAND, Birger. The foundation of the concept of relevance. Journal of the American Society for Information Science and Technology, Hobroken, NJ, v. 61, n.2, p. 217-237, 2010.

HJØRLAND, Birger. The importance of theories of knowledge: Indexing and information retrieval as an example. Journal of the American Society for Information Science and Technology, Hobroken, NJ, v.62, n.1, p.72-77, 2011.

HJØRLAND, Birger. Citation analysis: A social and dynamic approach to knowledge organization. Information Processing and Management, Amsterdam, v.49, n.6, p. 1313-1325, 2013.

HJØRLAND, Birger. "Theories are Knowledge Organizing Systems (KOS)". Knowledge Organization, Wurzburg, v.42, n. 2, p. 113-128, 2015.

HJØRLAND, Birger. Knowledge organization. In: HJØRLAND, Birger; GNOLI, Claudio (eds.) Encyclopedia of knowledge organization. 2017. Disponível em: http://www.isko.org/cyclo/knowledge_organization. Acesso em: 11 nov. 2022.

HJØRLAND, Birger; ALBRECHTSEN, Hanne. Toward a new horizon in Information Science: domain analysis. Journal of the American Society for Information Science, Washington, v. 46, n. 6, p. 400-425, 1995.

HJØRLAND, Birger; NICOLAISEN, Jeppe. The social psychology of information use: seeking "friends", avoiding "enemies". Information Research, Sheffield, v.15, n.3, 2010. Disponível em: http://www.informationr.net/ir/15-3/colis7/colis706.html. Acesso em: 21 nov. 2022.

HUDON, Michèle. Multilingual thesaurus construction: integrating the views of different cultures in one gateway to knowledge and concepts. Knowledge Organization, Würzburg, v. 24, n. 2, p. 84-91, 1997.

HUDON, Michèle. Accessing documents and information in a world without frontiers. The Indexer, London, v. 21, n. 4, p. 156-159, 1999.

JAENECKE, Peter. To what end knowledge organization? Knowledge organization, Würzburg,v. 21, n.1, p. 3-11, 1994.

KIEL, Ewald. Knowledge Organization Needs Epistemological Openness. Knowledge Organization, Würzburg, v.21, n.2, p.148-152, 1994.

LARA, Marilda Lara Lopes Ginez de. Informação, informatividade e lingüística documentária: alguns paralelos com as reflexões de Hjorland e Capurro. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 9, n. 6, 2008. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/6550. Acesso em: 22 nov. 2022.

LÓPEZ-HUERTAS, Maria José. Some current research questions in the field of knowledge organization. Knowledge Organization, Würzburg, v.35, n.2/3, p. 113-136, 2008.

MELO, Cidiane Vaz; MAGALHÃES, Andrea Seixas; CARNEIRO, Terezinha Féres; MACHADO, Rebeca Nonato. As dimensões da comunicação na obra freudiana. Contextos Clínicos, São Leopoldo, v.10, n. 2, p.235-246, 2017. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-34822017000200009&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt. Acesso em: 12 nov. 2022.

MENDES, Luciana Corts; LARA, Marilda Lara Lopes Ginez de. Em busca de um corpo teórico-conceitual da ciência da informação: uma análise critíco-hermenêutica. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 13, p. 10-14, 2017.

Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/773. Acesso em 12 nov. 2022.

MEYER, Morgan; MOLYNEUX-HODGSON, Susan. Introduction: the dynamics of epistemic communities. Sociological Research Online, Guildford, v. 15, n. 2, 2010. Disponível em: https://doi.org/10.5153/sro.2154. Acesso em: 11 nov. 2022.

MORIN, Edgar. Cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.

NASCIMENTO, Denise Morado; MARTELETO, Regina Maria. Social field, domains of knowledge and informational practice. Journal of Documentation, London, v. 64, n. 3, p 397-412, 2008.

OLIVEIRA, Walter Clayton. Ciberespaço, técnica e hermenêutica: diálogos da ciência da informação. 2013. 133 f. Tese (doutorado) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Filosofia e Ciências de Marília, 2013. Disponível em: http://hdl.handle.net/11449/103368. Acesso em: 13 nov. 2022.

OLSON, Hope. A. The power to name: locating the limits of subject representation in libraries. Dordrecht: Kluwer Academic Publishers, 2002.

POMBO, Olga. Da classificação dos seres à classificação dos saberes. Revista da Biblioteca Nacional de Lisboa, Lisboa, v.2, p. 19-33, 1998.

SAN SEGUNDO, Rosa. Sistemas de organización del conocimiento: la organización del conocimiento en las bibliotecas españolas. Madrid: Universidad Carlos III de Madrid, Boletín Oficial del Estado, 1996.

SMIRAGLIA, Richard P. Epistemology of Domain Analysis. In: LEE, Hur Lee.; SMIRAGLIA, Richard P. (eds.). Cultural frames of knowledge. Wurzburg: Ergon, 2012. p.111-124

SMIRAGLIA, Richard P. The Epistemological Dimension of Knowledge Organization. Revista IRIS - Informação, Memória e Tecnologia, v.2, n.1 2013. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/IRIS/article/view/498/402. Acesso em: 14 nov. 2022.

SMIT, Johanna Wilhelmina; BARRETO, Aldo. Albuquerque. Ciência da informação: base conceitual para a formação do profissional. In: VALENTIM, Marta Lígia Pomim (org.). Formação do profissional da informação. São Paulo: Polis, 2002. p.9-23.

SWALES, John M., 1990. The Concept of Discourse Community. In: SWALES, John M. Genre analysis: English in academic and research settings. Cambridge: Cambridge University Press, 1990. p. 471-473

TENNIS, Joseph T. Two Axes of Domain Analysis. Knowledge Organization, Wurzburg, v. 30, n.3/4, p.191-195, 2003.

TENNIS, Joseph T. Epistemology, Theory, and Methodology in Knowledge Organization: Toward a Classification, Metatheory, and Research Framework. Knowledge Organization, Wurzburg, v.35, n.2, p.102-112, 2008.

TOGNOLI, Natália Bolfarini, SCHMIDT, Clarissa; GUIMARÃES, José Augusto Chaves. Context as a Core Concept in Archival Knowledge Organization. In: LYKKE, Marianne; SVARRE, Tanja; HAYNES, David; SKOV, M.; THELLEFSEN, Martin; MARTÍNEZ-ÁVILA. Daniel (eds.) Knowledge Organization across Disciplines, Domains, Services, and Technologies. Baden-Baden: Ergon, 2022. p.273-284.

TÖNNIES, Ferdinand. Comunidad y Sociedad. Buenos Aires: Losada, 1947.

Publicado

2023-09-28

Como Citar

OLIVEIRA, Walter Clayton de; GUIMARÃES, José Augusto Chaves. A organização do conhecimento como espaço de articulação de comunidades discursivas. Encontros Bibli: revista eletrônica de biblioteconomia e ciência da informação, [S. l.], v. 28, p. 1–20, 2023. DOI: 10.5007/1518-2924.2023.e92002. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/92002. Acesso em: 24 maio. 2024.

Artigos Semelhantes

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.