Promoción de la salud a través de la educación popular y prácticas corporales: potenciando el cuidado y fortaleciendo los vínculos sociales
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-8042.2020e65380Resumen
Las acciones de promoción a la salud pueden servir como estrategia de fomento de la democracia y participación social, y de ese modo, la creación de grupos de promoción de salud vinculados a la perspectiva de la Educación Popular pasa a tener un papel fundamental en la democracia participativa. Este trabajo relata la formación de un grupo de promoción de salud con acciones pautadas en la Educación Popular en salud y en las prácticas corporales realizado por residentes del Programa de Residencia Multiprofesional en Atención Básica / Salud de la Familia de una Universidad. Este grupo, denominado "Movimenta SUS", se formó como un grupo multiprofesional con el propósito de cuidado integral, para trabajar acciones de educación popular y prácticas corporales. La experiencia permitió el fortalecimiento del vínculo, de la autonomía, del cuidado de sí y del otro, de la utilización de espacios públicos, del sentimiento de pertenencia, identidad cultural, de la construcción de una conciencia crítica y la experimentación de diferentes experiencias.
Citas
BECALLI, M. B. GOMES, I. M. Práticas corporais/atividade física e saúde: da mobilização do sujeito ao movimento da constituição de espaços. In WACHS, F.;
ALMEIDA, U. R.; BRANDÃO, F. F. F. Educação física e saúde coletiva: cenários, experiências e artefatos culturais. p. 199-222, 2016.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado Federal, 1988.
BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria n. º 198 GM/MS, de 13 de fevereiro de 2004. Institui a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde como estratégia do SUS para a formação e o desenvolvimento de trabalhadores para o setor e dá outras providências. Brasília, Ministério da Saúde, 2004.
BENETTI O. P; CHAGAS R. A; SIQUEIRA T. C. A. A Educação Popular em Saúde na Gestão Participativa do SUS: construindo uma política. In: BRASIL. II Caderno de educação popular em Saúde. DF: Ministério da Saúde, 2014.
BUSS, P. M. Saúde, Sociedade e qualidade de vida. Ciência e Saúde coletiva. 2000;5(1): 163 – 77.
CARVALHO, Y. M. Promoção da saúde, praticas corporais e atenção básica. Revista Brasileira de Saúde da Família (Brasilia), v. VII, p. 33-45, 2006.
COHN, M. G. Empoderamento e participação da comunidade em políticas sociais. Saúde e Sociedade. 2004; 13(2):20-31.
DANTAS, V. L; LINHARES, A. M. B. Círculos de Cultura: problematização da realidade e protagonismo popular. In: BRASIL. II Caderno de educação popular em Saúde. DF: Ministério da Saúde, 2014.
FREIRE, P. Educação como prática de liberdade. 20. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991.
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1987.
LUCHMANN, L. H. H. Abordagens teóricas sobre o associativismo e seus efeitos democráticos. Revista Brasileira de Ciências Sociais. São Paulo, v. 29, n. 85, p. 159-178. Junho 2014.
MENDES, V. M. CARVALHO, Y. M. Práticas corporais e clínica ampliada: experimentando tessituras para a composição de outros modos de cuidado. In WACHS, F.; ALMEIDA, U. R.; BRANDÃO, F. F. F. Educação física e saúde coletiva: cenários, experiências e artefatos culturais. P. 169-198, 2016. (pdf on line)
MENICUCCI, T. M. G. História da reforma sanitária brasileira e do Sistema Único de Saúde: mudanças, continuidades e a agenda atual. Hist. cienc. saude-Manguinhos, Rio de Janeiro , v. 21, n. 1, p. 77-92, Mar. 2014. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010459702014000100077&lng=en&nrm=iso. Acesso em 22 de outubro de 2017.
PEDROZA J. I. S. Educação Popular no Ministério da Saúde: identificando espaços e referências. In: BRASIL. Caderno de educação popular em Saúde. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2007.
ROIO, M. del. Gramsci e a emancipação do subalterno. Revista Sociologia e Política. Curitiba, n. 29, p. 63 -78, nov. 2007.
SANTOS, L. M; DA ROS, M. A; CREPALDI, M. A.; RAMOS, L. R. Grupos de Promoção à Saúde (GPS): uma metodologia para o desenvolvimento da autonomia e das condições de vida e saúde. Revista de Saúde Pública / Journal of Public Health, em prelo no 4810 - 29-06-05, v. 40, p. 346-352, 2006.
SANTOS, R. A. B. G; UCHOA-FIGUEIREDO, L. R; LIMA, L. C. Apoio matricial e ações na atenção primária: experiência de profissionais de ESF e Nasf. Saúde debate, Rio de Janeiro, v. 41, n. 114, p. 694-706, Sept. 2017.
TESSER JÚNIOR, Z. C.; TABORDA, L. R.; SCHAEFER, M. I.; KOVALESKI, D. F. Associativismo civil e saúde: uma revisão de literatura. In: Jornadas Bolivarianas XII Edição, 2016, Florianópolis.
TESSER JÚNIOR, Z. C.; RIBEIRO J.; DOMINGOS, F. L.; BETT, J. V.; LOPES, V. F.; MANENTI, F. M.; et al. O papel do associativismo político na promoção de saúde. Saúde e Transformação Social. 2015; 6(3):1-8.
TESSER JÚNIOR, Z. C. As práticas corporais como práticas de saúde e de cuidado no contexto da promoção da saúde. Tese (Livredocência). Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2010.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Os autores dos textos enviados à Motrivivência deverão garantir, em formulário próprio no processo de submissão:
a) serem os únicos titulares dos direitos autorais dos artigos,
b) que não está sendo avaliado por outro(s) periódico(s),
c) e que, caso aprovado, transferem para a revista tais direitos, sem reservas, para publicação no formato on line.
Obs.: para os textos publicados, a revista Motrivivência adota a licença Creative Commons “Atribuição - Não Comercial - Compartilhar Igual 4.0 Internacional” (CC BY-NC-SA).
