¿Carnaval + Educación Física hacen samba? Escuelas de samba, pedagogías negras y descolonización curricular en la Educación Física escolar
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-8042.2026.e114439Palabras clave:
Educación física escolar, Escuelas de samba, Sambas-enredo, Descolonización curricular, Pedagogías negrasResumen
Este artículo propone reflexiones sobre las aproximaciones entre las escuelas de samba y la Educación Física escolar desde una perspectiva antirracista y decolonial. Parte de una crítica al carácter históricamente eurocéntrico y deportivista de la Educación Física, problematizando los límites curriculares existentes en la valorización de las prácticas corporales afrobrasileñas. En este contexto, las escuelas de samba son comprendidas como espacios educativos de producción de saberes, memorias, identidades y pedagogías del cuerpo negro. El estudio destaca el potencial pedagógico de los sambas-enredo para problematizar narrativas históricas, enfrentar el racismo y ampliar el repertorio cultural de los estudiantes. Se sostiene que la incorporación del samba en la Educación Física debe ir más allá de enfoques folclorizados o episódicos, siendo importante comprenderlo como una posibilidad de transformación curricular que reconoce las prácticas culturales negras como formas legítimas de producción de conocimiento, pertenencia y resistencia.Citas
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