Potencialidades e limitações de um trabalho colaborativo sobre frações com estudantes de Pedagogia

Autores

  • Marlene Menegazzi Centro Universitário Ritter dos Reis ( UniRitter)
  • Andreia Dalcin Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-795X.2016v34n2p486

Palavras-chave:

Formação dos profissionais da educação, Ensino de matemática, Métodos de aprendizagem

Resumo

O texto apresenta um trabalho de pesquisa que teve como objetivo identificar as concepções de frações que um grupo colaborativo, constituído por estudantes de Pedagogia, apresentam e analisar de que modo a participação nas atividades do grupo contribuiu para o processo de ressignificação de tais concepções. Através de uma abordagem metodológica qualitativa, da triangulação dos dados à luz da teoria sócio-histórica de Vigostki, da educação matemática crítica de Skovsmose e das comunidades de prática de Wenger, foi possível identificar significativas características de um grupo colaborativo em formação. O trabalho do grupo foi capaz de gerar algumas ressignificações das concepções de frações, viabilizando uma diferente opção de formação.

 

 

 



 

Biografia do Autor

Marlene Menegazzi, Centro Universitário Ritter dos Reis ( UniRitter)

Mestre em Ensino de Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professora do Centro Universitário Ritter dos Reis (UNIRITTER).

 

Andreia Dalcin, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Professora do Departamento de Ensino e Currículo e do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências Matemáticas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). 

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Publicado

2016-10-25