Educação e práticas contemporâneas de visualidade: o que significa, afinal, ensinar pela cultura visual

Juliana Zanini Salbego, Leonardo Verde Charréu

Resumo


O presente texto tem por objetivo continuar uma discussão sobre as relações possíveis entre os campos da educação e da cultura visual, sugerindo um viés que sistematize uma espécie de epistemologia da cultura visual. Para isso, utilizamos como eixo argumentativo a ideia de um ensino pela cultural visual, em oposição ao que seria um ensino da cultura visual, construindo, a partir deste termo, três enunciados: de que a cultura visual é um campo transdisciplinar e, portanto, não pode ser ensinado como um conjunto fechado de conteúdos; que a cultura visual pode ser entendida como um tipo de estratégia para interligar os conteúdos da escola ao cotidiano extraescolar dos alunos; por fim, um manifesto em defesa de uma educação pela cultura visual. Para embasar tais discussões e proposições, lançamos mão das perspectivas teóricas de autores como Hernández (2000, 2005, 2007); Freedman (2006); Mirzoeff (2003); Eisner (2008); dentre outros.


Palavras-chave


Educação; Cultura visual; Imagem; Visualidade

Texto completo:

PDFA


DOI: https://doi.org/10.5007/2175-795X.2017v35n4p1196



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Perspectiva, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. ISSN print 0102-5473, ISSN 2175-795X.

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