La subversión responsable de los educadores matemáticas al adoptar una práctica educativa crítica
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-795X.2026.e107080Palabras clave:
Práctica educativa crítica, Desarrollo profesional continuo, Subversión responsableResumen
Este artículo pretende discutir las interfaces entre el desarrollo profesional continuo, la perspectiva de Paulo Freire sobre la práctica educativa crítica y la subversión responsable de dos profesores de matemáticas. Este articulo se basa en dos estudios realizados en escuelas municipales de una ciudad del interior del estado de São Paulo. Los datos producidos permitieron comprender la formación y (auto)formación docente desde un espacio de Desarrollo Profesional con características de reimaginación. Se presentan dos segmentos de narrativas de dos educadores matemáticos que trabajan en Educación Secundaria Obligatoria y asumen acciones de insubordinación creativa en favor del aprendizaje matemático y estadístico basado en la problematización y la criticidad. Se arroja luz sobre los diálogos establecidos con las ideas de Paulo Freire y el concepto de insubordinación creativa, en un movimiento analítico-reflexivo, del que se destacan aspectos relevantes para pensar el proceso formativo ocurrido en la escuela, que potenció prácticas educativas críticas. Del análisis de las investigaciones realizadas y de las narrativas de los docentes, se destaca la importancia de la colaboración entre docentes y el desencadenamiento de un proceso reflexivo sobre sus acciones, las cuales se redimensionaron a partir de la ampliación de los saberes profesionales, con el fin de implementar una práctica docente educativo-crítica e insubordinadamente creativa.
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