Concepciones de lengua en el PIBID/español mediadas por las prácticas de la literacidad crítica decolonial
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-795X.2026.e104315Palabras clave:
Lengua, PIBID, Literacidad crítica decolonialResumen
En este artículo, discutimos las concepciones de lengua presentadas por los/las estudiantes del programa de Letras/Español de la Facultad de Letras de la Universidad Federal de Alagoas (FALE/UFAL), quienes participaron en el Programa Institucional de Becas de Iniciación a la Docencia (PIBID) en una escuela municipal de Maceió, durante el período de 2022 a 2024. Inicialmente, abordamos los objetivos y la importancia del PIBID para la formación crítica, reflexiva y activa de los/las futuros/as profesores/as. Luego, examinamos el concepto de lengua que fundamenta el subproyecto PIBID/Español (FALE/UFAL), basado en perspectivas teóricas sobre la literacidad crítica (Duboc, 2007; Pennycook, 2001; Janks, 2012; Meniconi, 2020; Kleiman, 2006; Monte Mór, 2012), la decolonialidad (Quijano, 2000; Walsh, 2009) y la literacidad crítica decolonial (Meniconi; Ifa, 2024). Posteriormente, discutimos sobre la investigación-acción (Thiollent, 1997; Tripp, 2005) y sobre los procesos de generación de datos, centrándonos en cómo los/las participantes de la investigación (re)pensaron, comprendieron y/o desarrollaron el concepto de lengua a lo largo de su participación en PIBID/Español. En nuestro estudio, buscamos combinar la intervención práctica y participativa de los/las becarios/as del proyecto con la reflexión crítica sobre su comprensión del concepto de lengua, basándonos en estudios teóricos y acciones didáctico-pedagógicas planificadas e implementadas en la escuela de práctica. Para la generación de datos, utilizamos grupos focales y entrevistas. Los resultados revelaron que la formación teórica, junto con la planificación conjunta de acciones didáctico-pedagógicas en las escuelas, contribuyó a que los/las estudiantes de Letras/Español reconsideraran y reformularan sus conceptos de lengua desde perspectivas más críticas, discursivas y dialógicas.
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