Manoel de Barros em terras estrangeiras: o livro das ignorãças, “uma didática da invenção”, Poema XII.

Autores

  • Tania Regina Vieira Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – Rio Verde
  • Ofir Bergemann de Aguiar Universidade Federal de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7968.2009v2n24p97

Palavras-chave:

Manoel de Barros, tradução poética, recepção

Resumo

Este artigo tem por objetivo relacionar as obras de Manoel de Barros traduzidas para o espanhol, o francês e o inglês, assim como apresentar o Poema XII, de “Uma Didática da Invenção”, parte de O Livro das Ignorãças, e sua tradução para essas línguas. Breve análise acompanha o poema e suas traduções, que dão mostras do estilo ímpar do poeta matogrossense, cujo universo poético é formado por coisas banais retiradas do cotidiano do Pantanal. Como fundamentação teórica, são trazidos os conceitos de patronagem, de André Lefevere, e de significância, agramaticalidade, leitura mimética e leitura semiótica, empregados por Michael Riffaterre e retomados por Mário Laranjeira. O exame da distribuição espacial da massa gráfica do poema, chamada de visilegibilidade por Laranjeira, inicia a análise, em que são mencionadas também as modalidades tradutórias de Francis Aubert.

Biografia do Autor

Ofir Bergemann de Aguiar, Universidade Federal de Goiás

Possui graduação em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (1979) , mestrado em Letras pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1991) e doutorado em Letras pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1997) . Atualmente é PROFESSOR ASSOCIADO I da Universidade Federal de Goiás. Tem experiência na área de Letras , com ênfase em Literatura Comparada. Atuando principalmente nos seguintes temas: tradução, Victor Hugo, Os miseráveis, recepção.

Mais informações: Currículo Lattes - CNPq.

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Publicado

2010-04-10

Edição

Seção

Artigos