Como forjar um arpão: uma crítica de duas traduções de 'Moby Dick' à luz de Lacan.

Nils Goran Skare

Resumo


Este artigo analisa as traduções para o português de Hirsch-Souza e Xavier da obra Moby Dick à luz do nó borromeano (Imaginário, Simbólico e Real) de Jacques Lacan, com o propósito de desenvolver as possibilidades da alteridade ama crítica de tradução literária ético-dialógica. Entendendo a alegoria como via privilegiada de entrada para a obra, comparamos três pares desses momentos no texto e procuramos demonstrar que toda crítica de tradução dentro de um princípio ético-dialógico, por mais que parta de elementos externos, deverá conter elementos internos à obra em seu comentário sobre a tradução como tal.

Palavras-chave


Moby Dick; crítica de tradução; nó borromeano; alegoria; alteridade

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PDFA


DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7968.2011v2n28p67



Cadernos de Tradução, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. ISSN 2175-7968.