Gênero e tradução: a escritora quebequense Anne Hébert em foco

Lilian Virginia Porto, Ofir Bergemann De Aguiar

Resumo


Este trabalho tem por objetivo mostrar a importância da escritora quebequense Anne Hébert (1916-2000) no desencadeamento de uma nova prática de tradução no Canadá, a tradução feminista, que tem como maiores representantes Barbara Godard, Susanne de Lotbinière-Harwood, Luise von Flotow e Sherry Simon. Destaca-se a discussão, entre Hébert e Frank Scott, em torno da tradução do poema hebertiano Le tombeau des rois, realizada por Scott. São mencionados os temas recorrentes da obra de Hébert que, a partir dos anos de 1990, passou a ser lida pelo viés feminista: relações familiares conflituosas, revolta e violência das personagens, clausura interior do ser humano e seu desejo de liberação, ressaltando-se o tratamento dado ao universo feminino. São comentados, ainda, problemas de gênero envolvendo duas traduções do romance hebertiano Kamouraska.


Palavras-chave


Gênero e tradução; Anne Hébert; Tradução feminista

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DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7968.2014v1n33p51



Cadernos de Tradução, ISSN 2175-7968, Florianópolis, Brasil.

 

CAPES

 

 

Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras (DLLE)- UFSC

 

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