A Educação Física como território de demarcação dos gêneros possíveis: vivências escolares de pessoas travestis, transexuais e transgêneros

Autores

  • Neil Franco Universidade Federal de Juiz de Fora

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8042.2016v28n47p47

Palavras-chave:

Professoras Trans, Transfobia, Educação Física, Gênero

Resumo

A Educação Física escolar interpretada através das vivências de pessoas que ultrapassam e/ou vivem nas fronteiras do gênero é o foco deste estudo. Destaca reflexões desencadeadas pelas análises do folder “A travesti e o[/a] educador[/a]” - sobre a inserção desses sujeitos na aula de Educação Física -, correlacionado a fontes bibliográficas, entrevistas realizadas e questionários aplicados a professoras travestis, transexuais e transgêneros brasileiras. Concluiu-se que, não diferente da escola como um todo, a Educação Física é também um espaço que exalta a incoerência entre a realidade do cotidiano educacional e as normativas que determinam a escola como gestora da inclusão. 

Biografia do Autor

Neil Franco, Universidade Federal de Juiz de Fora

Professor adjunto da Faculdde de Educação Física da Universidade Federal de Juiz de Fora . Atua no Departamento de Ginástica e Arte Corporal.

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Publicado

2016-05-25

Edição

Seção

Artigos Originais