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A autoria será atribuída durante o processo de submissão no passo 3: inclusão de metadados. Nesse momento, é preciso preencher os campos Nome, Nome do meio (se houver), Sobrenome, e-mail, Instituição/Afiliação e País. No campo Resumo da Biografia deve ser indicada a titulação acadêmica máxima (nome do título, instituição e ano de obtenção). É indispensável a inclusão do identificador ORCID de cada autor. O registro gratuito pode ser obtido aqui: https://orcid.org/register.

Referências bibliográficas

No passo 3: inclusão de metadados, é indispensável a inclusão de uma lista das referências bibliográficas utilizadas. A formatação pode ser conferida abaixo, conforme o item 6 das Normas de publicação. Fontes primárias não devem ser incluídas nesse campo.

Normas de publicação

1. As contribuições podem conter imagens, tabelas, gráficos e quadros, sendo indispensável indicar as fontes utilizadas logo abaixo da inserção. Recomenda-se que as imagens (fotos ou figuras) tenham uma boa resolução, de pelo menos de 300 dpi.

2. Os artigos devem ser escritos em língua portuguesa, espanhola ou inglesa, contendo entre 30.000 e 60.000 caracteres (cerca de 11-25 páginas), incluindo imagens, tabelas e notas de rodapé. A fonte deve ser Arial, tamanho 11, com espaço entre linhas de 1,5. As margens devem ser de 2,5 cm e o início de parágrafo deve manter recuo de 1,5. O alinhamento deve ser justificado. A paginação não deve ser alterada. As palavras escritas em idioma diferente do adotado na redação do artigo deve ser redigidas em itálico.

2.1. A primeira página deve conter o título centralizado (em português e em inglês; ou em espanhol e em inglês); um resumo em português ou espanhol e um abstract (inglês); três palavras-chave em português ou espanhol e três keywords (inglês).

2.2. As referências bibliográficas, as fontes documentais e os comentários críticos devem ser indicados em notas de rodapé. Não é necessário destacar ao final do texto o material arrolado nas notas. Recomenda-se o uso parcimonioso das mesmas, de forma a garantir a fluidez da leitura.

2.3. As citações de até três linhas devem vir entre aspas no corpo do texto. As que ultrapassarem esse limite deverão ser destacadas por meio de recuo à esquerda de 4 cm, espaçamento simples entre linhas, fonte Calibri tamanho 10, sem aspas ou itálico.

3. As resenhas, que precisam ser referentes a obras publicadas há no máximo três anos, devem ter entre 10.000 e 15.000 caracteres (até cinco páginas). A fonte deve ser Arial, tamanho 11, com espaço entre linhas de 1,5. As margens devem ser de 2,5 cm e o início de parágrafo deve manter recuo de 1,5. Na primeira página devem constar o título centralizado (em português e em inglês; ou em espanhol e em inglês); três palavras-chave em português ou espanhol e três keywords (inglês). O alinhamento deve ser justificado. A paginação não deve ser alterada. As palavras escritas em idioma diferente do adotado na redação do artigo deve ser redigidas em itálico.  

4. As entrevistas devem ser escritas em língua portuguesa, espanhola ou inglesa, contendo entre 25.000 e 60.000 caracteres (cerca de 8-25 páginas), incluindo imagens, tabelas e notas de rodapé. A fonte deve ser Arial, tamanho 11, com espaço entre linhas de 1,5. As margens devem ser de 2,5 cm e o início de parágrafo deve manter recuo de 1,5. A primeira página deve conter o título centralizado (em português e em inglês; ou em espanhol e em inglês); três palavras-chave em português ou espanhol e três keywords (inglês); e um texto introdutório acerca do entrevistado. O alinhamento deve ser justificado. A paginação não deve ser alterada. As palavras escritas em idioma diferente do adotado na redação do artigo deve ser redigidas em itálico. Toda entrevista precisará de autorização por escrito do entrevistado informando que autoriza a publicação do conteúdo. A autorização deve ser submetida como documento suplementar no sistema de submissão da revista.

5. Os comentários de fontes primárias inéditas, os debates e as conferências devem adotar as normas previstas para os artigos.

6. A forma de referência à bibliografia e a fontes primárias adota a norma ABNT NBR 6023:2018. A forma da citação segue a norma ABNT NBR 10520:2002.

6.1. Exemplos de referência à bibliografia e a fontes primárias na primeira citação:

 6.1.1. Livro 

KIRK, Neville. Transnational radicalism and the connected lives of Tom Mann and Robert Samuel Ross. Liverpool: Liverpool University Press, 2017.

NEGRO, Antonio Luigi. Linhas de montagem: o industrialismo nacional-desenvolvimentista e a sindicalização dos trabalhadores, 1945-1978. São Paulo: Boitempo, 2004.

WEINSTEIN, Barbara. (Re)formação da classe trabalhadora no Brasil, 1920-1964. São Paulo: Cortez; CDAPH-IFAN – Universidade São Francisco, 2000.

 6.1.2. Capítulo de livro

HOBSBAWM, Eric J. O fazer-se da classe operária, 1870-1914. In: HOBSBAWM, Eric J. Mundos do trabalho: novos estudos sobre história operária. 2ª ed. Tradução de Waldea Barcellos & Sandra Bedran. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p. 273-297.

PERROT, Michelle. On the Formation of the French Working Class. In: KATZNELSON, Ira; ZOLBERG, Aristide R. (ed.). Working-Class Formation: Nineteenth-Century Patterns in Western Europe and the United States. Princeton: Princeton University Press, 1986. p. 75-110. 

 6.1.3. Coletânea

GOMES, Ângela de Castro; SILVA, Fernando Teixeira da (org.). A Justiça do Trabalho e sua história: os direitos dos trabalhadores no Brasil. Campinas: Editora da Unicamp, 2013.

FINK, Leon; PALACIO, Juan Manuel. Labour Justice across the Americas. Urbana; Chicago; Springfield: University of Illinois Press, 2018.

 6.1.4. Capítulo de coletânea

MAGRAW, Roger. Socialism, syndicalism and French labour before 1914. In: GEARY, Dick (ed.). Labour and socialist movements in Europe before 1914. Oxford; New York; Munich: Berg, 1992. p. 48-100.

SOUZA, Robério Santos. “Centenas de pessoas de diversas nações”: os trabalhadores livres, libertos e escravos da Bahia and San Francisco Railway Company. In: SAMPAIO, Gabriela dos Reis; CASTILLO, Lisa Earl; ALBUQUERQUE, Wlamyra (org.). Barganhas e querelas da escravidão: tráfico, alforria e liberdade (séculos XVIII e XIX). Salvador: EDUFBA, 2014. p. 253-280.

 6.1.5. Teses e Dissertações

FONTES, José Raimundo. Manifestações operárias na Bahia: o movimento grevista, 1888-1930. 1982. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 1982. p. 25-29.

BIAVASCHI, Magda Barros. O Direito do Trabalho no Brasil – 1930/1942: a construção do sujeito de direitos trabalhistas. 2005. Tese (Doutorado em Economia Aplicada) – Instituto de Economia, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2005.

 6.1.6. Artigos em periódicos

BATALHA, Claudio. Revolutionary Syndicalism and Reformism in Rio de Janeiro’s Labour Movement (1906–1920). International Review of Social History, v. 62, Special Issue S25, p. 75-103, dec. 2017.

FONTES, Paulo. The Local and the Global: Neighborhoods, Workers and Associations in São Paulo (1945–1964). International Review of Social History, v. 62, Special Issue S25, p. 191-216, dec. 2017.

LEITE LOPES, José Sergio; PESSANHA, Elina; RAMALHO, José Ricardo. Esboço de uma história social da primeira geração de sociólogos do trabalho e dos trabalhadores. Educação & Sociedade, Campinas, v. 33, n. 118, p. 115-129, jan.-mar. 2012.

 6.1.7. Artigo na imprensa periódica (jornais)

Observação: Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede a data.

LACERDA, Maurício. O voto das mulheres. O Debate, Rio de Janeiro, p. 3, 12 jul. 1917. 

SIMIONATO, Maurício. Mais de 200 são retirados de regime escravo. Folha de São Paulo, São Paulo, p. A-7, 11 jan. 2003.

COWLEY, Jason. A shattered union. Are these the last days of Great Britain? New Statesman, p. 22-26, 12-18 set. 2014.

SINDICALISTAS insistem na cláusula social. Folha de São Paulo, São Paulo, 14 maio 1997. Dinheiro, p. 2/7.

 6.1.8. Artigo em anais eletrônicos

SCOTT, R. J. O trabalho escravo contemporâneo e os usos da história. In: VI ENCONTRO ESCRAVIDÃO E LIBERDADE NO BRASIL MERIDIONAL – A experiência dos Africanos e seus descendentes no Brasil, 2013, Florianópolis/SC. Anais [...]. Florianópolis: UFSC, 2013. p. 1-11. Disponível em: http://www.escravidaoeliberdade.com.br/site/images/Textos.6/rebeccascott.pdf. Acesso em: 12 dez. 2014.

 6.1.9. Documentos e páginas online

LARSON, Kate Clifford. Biography: Harriet Tubman. Disponível em: http://www.tubmaninstitute.ca/biography_harriet_tubman. Acesso em: 28 mar. 2019.

 6.1.10. Legislação (impressa ou em meio eletrônico)

BRASIL. [Consolidação (1943)]. CLT Consolidação das leis do trabalho. 2ª ed. atual. São Paulo: Saraiva, 2013.

BRASIL. Lei no 5.889, de 8 de junho de 1973. Estatui normas reguladoras do trabalho rural. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5889.htm. Acesso em: 12 dez. 2004.

 6.1.11. Documento audiovisual (inclui disco de vinil, DVD, blu-ray, CD, fita magnética, vídeo, filme em película, entre outros)

SHOPGIRLS – The True Story of Life Behind the Counter – E01 Here Comes the Girls. [S. l.s. n.], 2017. 1 vídeo (56 min). Publicado pelo canal Alvaro Almeida. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=QfYhWwc2DJs. Acesso em: 15 mar. 2019.

EMPREGO, ocupação e cidadania. Produção de LABJOR, Instituto UNIEMP. Campinas: UNICAMP/NUDECRI/LABJOR; Instituto UNIEMP, 1999. 1 fita de vídeo (50 min), VHS, son., color. Série Brasil pensa (02).

ASSALARIADO. Compositor e intérprete: Super Mama Djombo. In: Super Mama Djombo. Intérprete: Super Mama Djombo. [S. l.]: City Hall Records, 2003. 1 CD, faixa 10.

ILHA de Luanda. Compositor e intérprete: Carlos Burity. Pontinha: Vidisco, 1994. 1 CD (37 min).

6.2. Para as demais citações devem ser adotadas as expressões abaixo, sem itálico ou negrito:

 6.2.1. Idem (mesmo autor, mas obra diferente)

1 KIRK, Neville. Transnational radicalism and the connected lives of Tom Mann and Robert Samuel Ross. Liverpool: Liverpool University Press, 2017.

2 Idem, 2018, p. 10.

 6.2.2. Ibidem (mesma obra)

3 WEINSTEIN, Barbara. (Re)formação da classe trabalhadora no Brasil, 1920-1964. São Paulo: Cortez; CDAPH-IFAN – Universidade São Francisco, 2000.

4 Ibidem, p. 25.

 6.2.3. Op. cit. (Opus citatum, opere citato - obra citada)

5 BATALHA, Claudio. Revolutionary Syndicalism and Reformism in Rio de Janeiro’s Labour Movement (1906–1920). International Review of Social History, v. 62, Special Issue S25, p. 75-103, dec. 2017. Disponível em: https://doi.org/10.1017/S002085901700044X. Acesso em: 31 mar. 2019.

6 PERROT, Michelle. On the Formation of the French Working Class. In: KATZNELSON, Ira; ZOLBERG, Aristide R. (ed.). Working-Class Formation: Nineteenth-Century Patterns in Western Europe and the United States. Princeton: Princeton University Press, 1986. p. 75-110. 

7 BATALHA, op. cit., p. 79.

 6.2.4. Passim (aqui e ali, em diversas passagens)

8 BIAVASCHI, 2005, passim.

 6.2.5. Loc. cit. (Loco citato - no lugar citado)

9 HOBSBAWM, Eric J. O fazer-se da classe operária, 1870-1914. In: HOBSBAWM, Eric J. Mundos do trabalho: novos estudos sobre história operária. 2ª ed. Tradução de Waldea Barcellos & Sandra Bedran. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p. 276.

10 Loc. cit.

 6.2.6. Cf. (Confira, confronte)

11 Cf. FONTES, 2019.

 6.2.7. Et. seq. (seguinte ou que se segue)

12 SOUZA, 2014, p. 255 et seq.

 6.2.8. Apud (citado por, conforme, segundo)

13 MORAES, 1971 apud GOMES; SILVA, 2013, p. 14.

7. Em caso de dúvida sobre as referências ou citações, consulte as normas ABNT; sobre outras questões entre em contato com a revista pelo e-mail: revistamundosdotrabalho@gmail.com

 

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