Batendo de frente na escola: uma abordagem antropológica sobre conflitos na escola pública fluminense

Marcos Verissimo

Resumo


O objetivo deste artigo é descrever e interpretar práticas e representações presentes no cotidiano escolar da rede pública fluminense, com especial atenção aos conflitos entre professores, alunos, direção, funcionários etc. A metodologia utilizada será de feitio qualitativo, a partir de experiência empírica e trabalho de campo, propiciada pelo vínculo do autor como professor da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro desde o ano de 2005, lecionando as disciplinas de sociologia e filosofia para o ensino médio na cidade de São Gonçalo (município com mais de um milhão de habitantes, localizado na chamada “região metropolitana” do Rio de Janeiro). Neste contexto, “bater de frente” é uma atitude e uma ideia que constrói identidades e permite ao etnógrafo entender, focado na escola pública, estes processos de construção e subversão de valores e alteridades que afirmam ou contestam estruturações sociais mais amplas.


Palavras-chave


Rio de Janeiro; Escola Pública; Conflitos

Texto completo:

PDFA


DOI: https://doi.org/10.5007/2175-795X.2019.e51693



Direitos autorais 2019 Marcos Verissimo

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Perspectiva, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. ISSN print 0102-5473, ISSN 2175-795X.

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