Insubordinações sem terra
DOI :
https://doi.org/10.5007/2175-795X.2026.e105961Mots-clés :
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Educação do campo, Escolas itinerantesRésumé
Este artigo tem como objetivo compreender em que medida o que chamamos de insubordinações sem terra, em referência às ações estratégicas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, se aproximam ou se distanciam das insubordinações criativas, a partir da literatura existente nas áreas de Educação e Educação Matemática. Algumas das insubordinações sem terra são: a própria existência de um movimento social, formado por trabalhadores despossuídos da terra, visando a realização de uma reforma agrária popular e a transformação social; a proposição da Educação do Campo como uma nova concepção educacional em contraposição ao modelo hegemônico de educação; a existência de Escolas Itinerantes, que são escolas públicas dentro dos acampamentos com uma proposta educacional específica – organização por ciclos de formação humana, avaliação por parecer descritivo, conselhos de classe participativos e organização curricular por complexos de estudo. Realizamos uma pesquisa de natureza teórica e especulativa, com a utilização de um corpus de contraste, tendo como base os escritos de Gramsci do seu período carcerário. Concluímos que, apesar de ambas visarem modificar a realidade, as insubordinações criativas se pautam em decisões individuais, norteadas por seus próprios princípios éticos, enquanto as insubordinações sem terra possuem caráter coletivo – desde sua organização nos âmbitos local (nos acampamentos e assentamentos) e nacional, até na sua proposição educacional e nas experiências realizadas nas Escolas Itinerantes.
Références
ALIAGA, L. Gramsci no MST: a teoria em movimento. Revista Práxis e Hegemonia Popular, Marília, v. 7, n. 11, p. 40-73, dez. 2022.
BRASIL. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial República Federativa do Brasil, Brasília, 23 dez. 1996.
CALDART, R. S. Educação do Campo: notas para uma análise de percurso. Trabalho, Educação e Saúde, Rio de Janeiro, v. 7, n. 1, p. 35-64, mar./jun. 2009.
CALDART, R. S. O MST e a formação dos Sem Terra: o movimento social como princípio educativo. Estudos Avançados, São Paulo, v. 15, n. 43, 2001.
CALDART, R. S. Pedagogia do Movimento Sem Terra. 4. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2012.
CAMINI, I. Escola itinerante dos acampamentos do MST: um contraponto à escola capitalista?. Porto Alegre: 2009a. 254 f. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Faculdade de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2009.
CORAZZA, G. O todo e as partes: uma introdução ao método da economia política. Estudos econômicos, São Paulo, v. 26, n. especial, p. 35-50, 1996.
CROWSON, R. L.; MORRIS, V. C. Administrative control in large-city school systems: an investigation in Chicago. Educational Administration Quarterly, v. 21, n. 4, p. 51-70, 1985.
D’AMBROSIO, B. S. A subversão responsável na constituição do educador matemático. In: ENCUENTRO COLOMBIANO DE MATEMÁTICA EDUCATIVA, 16., 2015, Bogotá. Anais... Bogotá: Asociación Colombiana de Matemática Educativa, 2015. p. 1-8.
D’AMBROSIO, B. S.; LOPES, C. E. Insubordinação Criativa: um convite à reinvenção do educador matemático. Bolema, Rio Claro, v. 29, n. 51, p. 1-17, abr. 2015.
D’AMBROSIO, B. S.; LOPES, C. E. Trajetórias profissionais de educadoras matemática. Campinas: Mercado das Letras, 2014.
DOMINGUES, B. E. Uma investigação historiográfica sobre a Escola Itinerante Valmir Motta de Oliveira. 2023. 196 p. Dissertação (Mestrado em Ensino de Matemática) – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Cornélio Procópio, 2023.
DOMINGUES, B. E.; SACHS, L. Uma história da escola itinerante Valmir Motta de Oliveira. Revista Brasileira de Educação em Ciências e Educação Matemática, Cascavel, v. 7, n. 3, p. 479-494, out. 2023.
FREITAS, L. C. A luta por uma pedagogia do meio: revisitando o conceito. In: PISTRAK, M. M. (Org.) A Escola-Comuna. Tradução de Luiz Carlos de Freitas e Alexandra Marenich. São Paulo: Expressão Popular, 2009. p. 9-101.
GRAMSCI, A. Cadernos do cárcere: obra completa. Tradução International Gramsci Society – Brasil. Rio de Janeiro: IGS-Brasil, 2024.
GUTIÉRREZ, R. Mathematics teachers using creative insubordination to advocate for student understanding and robust mathematical identities. In: MARTINEZ, M. V.; CASTRO SUPERFINE, A. (Org.). Proceedings of the thirty-fifth Annual Meeting of the North American Chapter of the International Group for the Psychology of Mathematics Education. Chicago: University of Illinois at Chicago, 2013. p. 1248-1251.
GUTIÉRREZ, R. Risky business: mathematics teachers using creative insubordination. In: BARTELL, T. G.; BIEDA, K. N.; PUTNAM, R. T.; BRADFIELD, K.; DOMINGUEZ, H. (Org.). Proceedings of the 37th annual meeting of the North American Chapter of the International Group for the Psychology of Mathematics Education. East Lansing: Michigan State University, 2015. p. 679-686.
GUTIÉRREZ, R. Strategies for Creative Insubordination in Mathematics Teaching. Teaching for Excellence and Equity in Mathematics, v. 7, n. 1, p. 52-60, 2016.
HAYNES, E.; LICATA, J. W. Creative insubordination of school principals and the legitimacy of the justifiable. Journal of Educational Administration, Bingley, v. 33, n. 4, p. 21-35, 1995.
IASI, M. L. Educação e consciência de classe: desafios estratégicos. Perspectiva, Florianópolis, v. 31, n. 1, 67-83, jan./abr. 2013.
KEED, J. L. Creative insubordination: autonomy for school improvement by successful high school principals. The High School Journal, Chapel Hill, p. 17-23, oct./nov. 1992.
LOPES, C. E.; D’AMBROSIO, B. S. Professional development shaping teacher agency and creative insubordination. Ciência & Educação, Bauru, v. 22, n. 4, p. 1085-1095, out./dez. 2016.
LOPES, W. R. Tensões em um curso de formação de professores de uma escola do campo. 2021. 215 p. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino de Matemática) – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Londrina, 2020.
MARTINEAU, S.; SIMARD, D.; GAUTHIER, C. Recherches théoriques et spéculatives: considérations méthodologiques et épistémologiques. Recherches qualitatives, v. 22, p. 3-32, 2001.
MARX, K.; ENGELS, F. A ideologia alemã. Tradução de Luís Cláudio de Castro e Costa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
MARX, K. Contribuição à crítica da economia política. Tradução de Florestan Fernandes. 2. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2008.
MARX, K. Grundrisse: manuscritos econômicos de 1857-1858; esboços da crítica da economia política. Tradução de Mario Duayer, Nélio Schneider (colaboração de Alice Helga Werner e Rudiger Hoffman). São Paulo: Boitempo; Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2011.
MST. Dossiê MST Escola: documentos e estudos 1990-2001. Veranópolis: Iterra, 2005.
MST. Escola Itinerante: Plano de Estudos. Cascavel: Unioeste, 2013.
MORRIS, V. C.; CROWSON, R. L.; HURWITZ JR., E.; PORTER-GEHRIE, C. The urban principal. Discretionary decision-making in a large educational organization. 1981. Disponível em: http://eric.ed.gov/?id=ED207178. Acesso em 9 mar. 2025.
NÚCLEO DE ESTUDOS, PESQUISAS E PROJETOS DE REFORMA AGRÁRIA. Relatório DATALUTA Brasil. Presidente Prudente: NERA, 2017. Disponível em: https://drive.google.com/drive/folders/1KBdl2bgwMHwenGWI8ZWDW93foDbTVT9A. Acesso em 10 mar. 2025.
NÚCLEO DE ESTUDOS, PESQUISAS E PROJETOS DE REFORMA AGRÁRIA. Relatório DATALUTA Brasil. Presidente Prudente: NERA, 2020. Disponível em: https://drive.google.com/drive/folders/1KBdl2bgwMHwenGWI8ZWDW93foDbTVT9A. Acesso em 10 mar. 2025.
PASSOS, A. Q. Van Hiele, educação matemática realística e GEPEMA: algumas aproximações. 2015. Tese (Doutorado em Ensino de Ciências e Educação Matemática) Universidade Estadual de Londrina, Londrina, 2015.
PELLICER, L. O.; ANDERSON, L. W.; KEEFE, J. W.; KELLEY, E. A.; MCFLEARV, L. E. High School Leaders and their Schools. Reston: National Association of Secondary School Principals, 1990. v. 2.
ROBERTS, P. Gramsci in Brazil: from the PCB to the MST. Thesis Eleven, v. 147, n. 1 p. 62–75, 2018.
SACHS, L.; FERRAIOL, T. F. Educação entre latifúndios: algumas contradições. ReDiPE: Revista Diálogos e Perspectivas em Educação, v. 4, n. 2, p. 140-153, jul./dez. 2022.
SACHS, L.; NOGUEIRA, A.; SOUZA, L. G. R. Plano de Estudos do MST: uma análise genealógica no domínio curricular da Matemática. Bolema, Rio Claro, v. 37, n. 75, p. 1-23, abr. 2023.
SANTOS, J. G. C. Avaliação do desenvolvimento e da aprendizagem de Matemática na perspectiva dos Ciclos de Formação Humana em uma Escola Itinerante do Paraná. 2023. 121 p. Dissertação (Mestrado em Ensino de Matemática) – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Cornélio Procópio, 2023.
SANTOS, J. G. C.; SACHS, L. Aprendizagem Matemática em movimento: reflexões sobre a avaliação formativa por meio de Pareceres Descritivos em uma Escola Itinerante. Revista Brasileira de Educação em Ciências e Educação Matemática, Cascavel, v. 7, n. 3, p. 254-269, out. 2023.
SANTOS, W. S. Uma leitura gramsciana: subjetividade, sujeito e formação ético-política. In: LOMBARDI, J. C.; MAGALHÃES, L. D. R.; SANTOS, W. S. (Org.). Gramsci no limiar do século XXI. Campinas: Librum Editora, 2013. p. 102-117.
SAPELLI, M. L. S. Escola do campo - espaço de disputa e de contradição: análise da proposta pedagógica das escolas itinerantes do Paraná e do Colégio Imperatriz Dona Leopoldina. 2013. 448 f. Tese (Doutorado em Educação) – Centro de Ciências da Educação, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2013.
SAPELLI, M. L. S. Escola itinerante: espaço de disputa e contradição. Educar em Revista, Curitiba, n. 55, p. 129-143, jan./mar. 2015.
STEDILE, J. P. A questão agrária no Brasil: o debate tradicional – 1500-1960. 2. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2011.
VAN DER MAREN, J. M. Méthodes de recherche pour l’éducation. Éducation et formation. Fondements. 2. ed. Montreal: Les Presses de l’Université de Montréal; DeBoeck Université, 2004.
ALIAGA, L. Gramsci no MST: a teoria em movimento. Revista Práxis e Hegemonia Popular, Marília, v. 7, n. 11, p. 40-73, dez. 2022.
BRASIL. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial República Federativa do Brasil, Brasília, 23 dez. 1996.
CALDART, R. S. Educação do Campo: notas para uma análise de percurso. Trabalho, Educação e Saúde, Rio de Janeiro, v. 7, n. 1, p. 35-64, mar./jun. 2009.
CALDART, R. S. O MST e a formação dos Sem Terra: o movimento social como princípio educativo. Estudos Avançados, São Paulo, v. 15, n. 43, 2001.
CALDART, R. S. Pedagogia do Movimento Sem Terra. 4. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2012.
CAMINI, I. Escola itinerante dos acampamentos do MST: um contraponto à escola capitalista?. Porto Alegre: 2009a. 254 f. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Faculdade de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2009.
CORAZZA, G. O todo e as partes: uma introdução ao método da economia política. Estudos econômicos, São Paulo, v. 26, n. especial, p. 35-50, 1996.
CROWSON, R. L.; MORRIS, V. C. Administrative control in large-city school systems: an investigation in Chicago. Educational Administration Quarterly, v. 21, n. 4, p. 51-70, 1985.
D’AMBROSIO, B. S. A subversão responsável na constituição do educador matemático. In: ENCUENTRO COLOMBIANO DE MATEMÁTICA EDUCATIVA, 16., 2015, Bogotá. Anais... Bogotá: Asociación Colombiana de Matemática Educativa, 2015. p. 1-8.
D’AMBROSIO, B. S.; LOPES, C. E. Insubordinação Criativa: um convite à reinvenção do educador matemático. Bolema, Rio Claro, v. 29, n. 51, p. 1-17, abr. 2015.
D’AMBROSIO, B. S.; LOPES, C. E. Trajetórias profissionais de educadoras matemática. Campinas: Mercado das Letras, 2014.
DOMINGUES, B. E. Uma investigação historiográfica sobre a Escola Itinerante Valmir Motta de Oliveira. 2023. 196 p. Dissertação (Mestrado em Ensino de Matemática) – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Cornélio Procópio, 2023.
DOMINGUES, B. E.; SACHS, L. Uma história da escola itinerante Valmir Motta de Oliveira. Revista Brasileira de Educação em Ciências e Educação Matemática, Cascavel, v. 7, n. 3, p. 479-494, out. 2023.
FREITAS, L. C. A luta por uma pedagogia do meio: revisitando o conceito. In: PISTRAK, M. M. (Org.) A Escola-Comuna. Tradução de Luiz Carlos de Freitas e Alexandra Marenich. São Paulo: Expressão Popular, 2009. p. 9-101.
GRAMSCI, A. Cadernos do cárcere: obra completa. Tradução International Gramsci Society – Brasil. Rio de Janeiro: IGS-Brasil, 2024.
GUTIÉRREZ, R. Mathematics teachers using creative insubordination to advocate for student understanding and robust mathematical identities. In: MARTINEZ, M. V.; CASTRO SUPERFINE, A. (Org.). Proceedings of the thirty-fifth Annual Meeting of the North American Chapter of the International Group for the Psychology of Mathematics Education. Chicago: University of Illinois at Chicago, 2013. p. 1248-1251.
GUTIÉRREZ, R. Risky business: mathematics teachers using creative insubordination. In: BARTELL, T. G.; BIEDA, K. N.; PUTNAM, R. T.; BRADFIELD, K.; DOMINGUEZ, H. (Org.). Proceedings of the 37th annual meeting of the North American Chapter of the International Group for the Psychology of Mathematics Education. East Lansing: Michigan State University, 2015. p. 679-686.
GUTIÉRREZ, R. Strategies for Creative Insubordination in Mathematics Teaching. Teaching for Excellence and Equity in Mathematics, v. 7, n. 1, p. 52-60, 2016.
HAYNES, E.; LICATA, J. W. Creative insubordination of school principals and the legitimacy of the justifiable. Journal of Educational Administration, Bingley, v. 33, n. 4, p. 21-35, 1995.
IASI, M. L. Educação e consciência de classe: desafios estratégicos. Perspectiva, Florianópolis, v. 31, n. 1, 67-83, jan./abr. 2013.
KEED, J. L. Creative insubordination: autonomy for school improvement by successful high school principals. The High School Journal, Chapel Hill, p. 17-23, oct./nov. 1992.
LOPES, C. E.; D’AMBROSIO, B. S. Professional development shaping teacher agency and creative insubordination. Ciência & Educação, Bauru, v. 22, n. 4, p. 1085-1095, out./dez. 2016.
LOPES, W. R. Tensões em um curso de formação de professores de uma escola do campo. 2021. 215 p. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino de Matemática) – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Londrina, 2020.
MARTINEAU, S.; SIMARD, D.; GAUTHIER, C. Recherches théoriques et spéculatives: considérations méthodologiques et épistémologiques. Recherches qualitatives, v. 22, p. 3-32, 2001.
MARX, K.; ENGELS, F. A ideologia alemã. Tradução de Luís Cláudio de Castro e Costa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
MARX, K. Contribuição à crítica da economia política. Tradução de Florestan Fernandes. 2. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2008.
MARX, K. Grundrisse: manuscritos econômicos de 1857-1858; esboços da crítica da economia política. Tradução de Mario Duayer, Nélio Schneider (colaboração de Alice Helga Werner e Rudiger Hoffman). São Paulo: Boitempo; Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2011.
MST. Dossiê MST Escola: documentos e estudos 1990-2001. Veranópolis: Iterra, 2005.
MST. Escola Itinerante: Plano de Estudos. Cascavel: Unioeste, 2013.
MORRIS, V. C.; CROWSON, R. L.; HURWITZ JR., E.; PORTER-GEHRIE, C. The urban principal. Discretionary decision-making in a large educational organization. 1981. Disponível em: http://eric.ed.gov/?id=ED207178. Acesso em 9 mar. 2025.
NÚCLEO DE ESTUDOS, PESQUISAS E PROJETOS DE REFORMA AGRÁRIA. Relatório DATALUTA Brasil. Presidente Prudente: NERA, 2017. Disponível em: https://drive.google.com/drive/folders/1KBdl2bgwMHwenGWI8ZWDW93foDbTVT9A. Acesso em 10 mar. 2025.
NÚCLEO DE ESTUDOS, PESQUISAS E PROJETOS DE REFORMA AGRÁRIA. Relatório DATALUTA Brasil. Presidente Prudente: NERA, 2020. Disponível em: https://drive.google.com/drive/folders/1KBdl2bgwMHwenGWI8ZWDW93foDbTVT9A. Acesso em 10 mar. 2025.
PASSOS, A. Q. Van Hiele, educação matemática realística e GEPEMA: algumas aproximações. 2015. Tese (Doutorado em Ensino de Ciências e Educação Matemática) Universidade Estadual de Londrina, Londrina, 2015.
PELLICER, L. O.; ANDERSON, L. W.; KEEFE, J. W.; KELLEY, E. A.; MCFLEARV, L. E. High School Leaders and their Schools. Reston: National Association of Secondary School Principals, 1990. v. 2.
ROBERTS, P. Gramsci in Brazil: from the PCB to the MST. Thesis Eleven, v. 147, n. 1 p. 62–75, 2018.
SACHS, L.; FERRAIOL, T. F. Educação entre latifúndios: algumas contradições. ReDiPE: Revista Diálogos e Perspectivas em Educação, v. 4, n. 2, p. 140-153, jul./dez. 2022.
SACHS, L.; NOGUEIRA, A.; SOUZA, L. G. R. Plano de Estudos do MST: uma análise genealógica no domínio curricular da Matemática. Bolema, Rio Claro, v. 37, n. 75, p. 1-23, abr. 2023.
SANTOS, J. G. C. Avaliação do desenvolvimento e da aprendizagem de Matemática na perspectiva dos Ciclos de Formação Humana em uma Escola Itinerante do Paraná. 2023. 121 p. Dissertação (Mestrado em Ensino de Matemática) – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Cornélio Procópio, 2023.
SANTOS, J. G. C.; SACHS, L. Aprendizagem Matemática em movimento: reflexões sobre a avaliação formativa por meio de Pareceres Descritivos em uma Escola Itinerante. Revista Brasileira de Educação em Ciências e Educação Matemática, Cascavel, v. 7, n. 3, p. 254-269, out. 2023.
SANTOS, W. S. Uma leitura gramsciana: subjetividade, sujeito e formação ético-política. In: LOMBARDI, J. C.; MAGALHÃES, L. D. R.; SANTOS, W. S. (Org.). Gramsci no limiar do século XXI. Campinas: Librum Editora, 2013. p. 102-117.
SAPELLI, M. L. S. Escola do campo - espaço de disputa e de contradição: análise da proposta pedagógica das escolas itinerantes do Paraná e do Colégio Imperatriz Dona Leopoldina. 2013. 448 f. Tese (Doutorado em Educação) – Centro de Ciências da Educação, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2013.
SAPELLI, M. L. S. Escola itinerante: espaço de disputa e contradição. Educar em Revista, Curitiba, n. 55, p. 129-143, jan./mar. 2015.
STEDILE, J. P. A questão agrária no Brasil: o debate tradicional – 1500-1960. 2. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2011.
VAN DER MAREN, J. M. Méthodes de recherche pour l’éducation. Éducation et formation. Fondements. 2. ed. Montreal: Les Presses de l’Université de Montréal; DeBoeck Université, 2004.
Téléchargements
Publiée
Comment citer
Numéro
Rubrique
Licence
© Línlya Sachs, Luiza Gabriela Razêra de Souza, Henrique Rizek Elias, Andrew Brantlinger 2026

Ce travail est disponible sous la licence Creative Commons Attribution 4.0 International .
Esta revista proporciona acesso público a todo seu conteúdo, seguindo o princípio de que tornar gratuito o acesso a pesquisas gera um maior intercâmbio global de conhecimento. Tal acesso está associado a um crescimento da leitura e citação do trabalho de um autor. Para maiores informações sobre esta abordagem, visite Public Knowledge Project, projeto que desenvolveu este sistema para melhorar a qualidade acadêmica e pública da pesquisa, distribuindo o Open Journal Sistem (OJS) assim como outros software de apoio ao sistema de publicação de acesso público a fontes acadêmicas. Os nomes e endereços de e-mail neste site serão usados exclusivamente para os propósitos da revista, não estando disponíveis para outros fins.
A Perspectiva permite que os autores retenham os direitos autorais sem restrições bem como os direitos de publicação. Caso o texto venha a ser publicado posteriormente em outro veículo, solicita-se aos autores informar que o mesmo foi originalmente publicado como artigo na revista Perspectiva, bem como citar as referências bibliográficas completas dessa publicação.
