Hierarchies in latin american social research: reflections on practice
DOI:
https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n288054Keywords:
Horizontality, Indigenous Women, Feminists MethodologiesAbstract
We present reflections from our place of enunciation as white researchers and cis women, researching topics related to indigenous women in Latin America. Supported by the literature review and the reflection on practice, we discussed the hierarchical relationships in doing academic research, especially with historically, socially and politically subordinated groups. Based on the genealogical perspective of the concept of horizontality and on feminist methodologies in Latin American, to tension hierarchies from our research experiences, completed and in progress. We conclude that by making our practices the object of study, we contribute to building epistemic conditions for the inquiry of legitimate assumptions.
Downloads
References
ALVES, Lidiane. Reivindicando o território epistêmico: mulheres negras, indígenas e quilombolas interpelando a Antropologia. Revista Humanidades e Inovação, Goiás, v.6, n. 16, p. 83 -96, nov 2019.
BLÁZQUEZ, Gustavo. Metodologías horizontales y conocimientos excitados. III. Transdisciplina: el objeto impugna al método. In: CORNEJO, Inés; RUFER, Mario. Horizontalidad: hacia una crítica de la metodología. Buenos Aires: CLACSO, 2020. p. 251-276.
BRIONES, Claudia. La horizontalidad como horizonte de trabajo. In: CORNEJO, Inés; RUFER, Mario. Horizontalidad: hacia una crítica de la metodología. Buenos Aires: CLACSO, 2020. p. 59-92.
CASTRO, Cláudio Moura. Memórias de um orientador de teses. In: NUNES, Edson de Oliveira (org.). A aventura sociológica: Objetividade, paixão, improviso e método na pesquisa social. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. p. 307-326.
CELLARD, André. A análise documental. In: POUPART, Jean et. al. A Pesquisa Qualitativa: Enfoques epistemológicos e metodológicos, tradução de Ana Cristina Nasser. Petrópolos: Vozes, 2008. p. 295-316.
CORONA BERKIN, Sarah; KALTMEIER, Olaf. Introducción. In: CORONA, Sarah; KALTIMEIER, Olaf: Diálogo: metodologías horizontales en ciencias sociales y culturales, Barcelona: Gedisa. 2012, p. 11-21.
CORNEJO, Inés. Politizar la escucha. Genealogía metódica desde América Latina. II. Historización metódica: entre la vigencia y la actualidad latinoamericana. In: CORNEJO, Inés; RUFER, Mario. Horizontalidad: hacia una crítica de la metodología. Buenos Aires: CLACSO, 2020. p. 203-230.
CURIEL, Ochy. Construyendo metodologias feministas desde el feminismo decolonial. In: MENDIA AZKUE, Irantzu; LUXÁN, Marta; LEGARRETA, Matxalen; GUZMÁN, Gloria; ZIRION, Iker; AZPIAZU CARBALLO, Jokin. Otras formas de (re)conocer. Reflexiones, herramientas y aplicaciones desde la investigación feminista, Bilbao: UPV/EHU, 2014, p. 45 -60.
DAIXUM, Mariana. Ano novo e desmonte: ciência brasileira sofrerá ainda mais cortes orçamentários em 2021 [online]. 2021. Disponível em https://anovademocracia.com.br/noticias/14956-ano-novo-e-desmonte-ciencia-brasileira-sofrera-ainda-mais-cortes-orcamentarios-em-2021 Acesso em 24 mai. 2019.
DINIZ, Débora. O encontro com a pesquisa [...] com o texto [...] com a escrita. In: DINIZ, Débora. Carta de uma orientadora: o primeiro projeto de pesquisa, Brasília, Letras Livres, 2012, p. 31-80.
DI PROSPERO, Carolina; DAZA PRADO, Daniel. Etnografía (de lo) digital. Introducción al dossier, Revista Etnografías Contemporáneas, Tarapoto, v. 5, n. 9, 2019, p. 66-72.
FALS BORDA, Orlando. La ciencia y el pueblo: nuevas reflexiones. In: FALS BORDA, Orlando. Ciencia propia y colonialismo intelectual. Los nuevos rumbos, Bogotá, Carlos Valencia Editores, 1987, pp. 65-84
FERNANDEZ-CAMACHO, Marcela. Una metodologia militante: “parar para pensar”. Revista Liminar, v. 19, n. 1, p. 15-29, 2021.
FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. Trad. Joice Elias Costa. 3. ed., Porto Alegre: Artmed, 2019.
GRILLO, Oscar. Etnografía multisituada, etnografía digital: reflexiones acerca de la extensión del campo y la reflexividad. Revista Etnografías Contemporáneas, Buenos Aires v. 5, n9, 2019, pp. 73-93.
OMITIDO. 2019
OMITIDO, 2019-2023
KRENAK, Shirley. Plenária das Mulheres Indígenas. Encontro Online. 28 mar, 2020.
LUGONES, Maria. Rumo ao feminismo decolonial. Revista de Estudos Feministas, Florianópolis, 2014, p 935-952, set/dez.
MACHADO, Ana. A relação entre a autoria e a orientação no processo de elaboração de teses e dissertações. In: BIANCHETT, Lucídio; MACHADO, Ana (Orgs.). A bússola do escrever: desafios e estratégias na orientação de teses e dissertações. São Paulo: UFSC; Cortez, 2002. p. 45-66.
MAGALHÃES, Izabel. Introdução: A Análise de discurso Crítica. Revista D.E.L.T.A.., 21: Especial, São Paulo, 2005, p. 1-9.
MIGNOLO, Walter D. A colonialidade de cabo a rabo: o hemisfério ocidental no horizonte conceitual da modernidade. In: LANDER, Edgardo (Org.). A colonialidade do saber: Eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005, p. 35-54.
MIGNOLO, W. Entre el canon y el corpus: alternativas para los estudios literarios y culturales en y sobre América Latina. Nuevo texto crítico, v. 7, n. 1, p. 23-36, 1994.
NARVAZ, Marta; KOLLER, Sílvia. Metodologias Feministas e Estudos de Gênero: Articulando Pesquisa, Clínica e Política. Revista Psicologia em Estudo, Maringá, v. 11, n.3, p. 647-654, set./dez, 2006.
ORTIZ, Alexander; ARIAS, María. Hacer decolonial: desobedecer a la metodología de investigación. Revista Hallazgos, Bogotá, 16(31), p. 147- 166, 2019.
PRATT, Mary Louise. “No me interrumpas”: las mujeres y el ensayo latinoamericano. Debate Feminista, Cidade do México, v. 21, p. 70-88, 2000.
PIRES, Andressa; LIMA, Sostenes. Função-autor de Foucault e comodificação discursiva no contexto do capitalismo cognitivo. Vialitterae, Goiás, v. 12, p. 292-304, 2020.
RESTREPO, Alejandra. Genealogía como método de investigación feminista. In: BLAZQUEZ GRAF, Norma; CASTAÑEDA SALGADO, Martha Patricia. Lecturas críticas en investigación feminista. México: UNAM. 2016, p. 23-41.
RODRÍGUEZ, Rosana. El poder del testimonio, experiencias de mujeres. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, 21(3), set./dez. 2013.
RODRÍGUEZ, Rosana. La vida encarnada: Significaciones sobre la experiencia corporal de las mujeres. Buenos Aires: Instituto de Estudios de Género y Mujeres. 2014, p. 115-128.
OMITIDO. 2008.
OMITIDO. 2013.
OMITIDO. 2016.
OMITIDO. 2020.
SEGATO, Rita Laura. Gênero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um vocabulário estratégico descolonial. E-cadernos CES, n. 18. 2012, p. 106-131.
SOB ameaça de cortes no governo Bolsonaro, cursos de ciências sociais e humanas concentram diversidade racial. BBC Brasil, Brasil, 09 mai. 2019. Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2019/05/09/sob-ameaca-de-cortes-no-governo-bolsonaro-cursos-de-ciencias-sociais-e-humanas-concentram-diversidade-racial.ghtml Acesso em 24 mai. 2019.
SPIVAK, Gayatri Chakravorty. 1985. Pode o subalterno falar? 1. ed. Trad. Sandra Regina Goulart Almeida; Marcos Pereira Feitosa; André Pereira. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2010.
SWAMPA, Mariestella. Notas provisorias sobre la sociología, el saber académico y el compromiso intelectual. In: HERNÁNDEZ; Valeria. SWAMPA, Mariestella. Entre dos mundos. Reflexividad y compromiso. Buenos Aires: Prometeo, 2008, pp. 1-17.
TAVARES, Inara N. Reflexões sobre o debate pós-colonial desde percepções de si. In: KAINGANG, Jozileia; BANIWA, Braulina, TREMBÉ, Lucinha, (org.) Vivências Diversas: uma coletânea de indígenas Mulheres. Editora Hucitec, São Paulo, 2020.
VASALLO, Clarisbel. Sociología del conocimiento y perspectiva decolonial: su pertinencia analítica para interrogarnos a nosotros mismos. Horizontes y Raíces, v. 7, n. 1, 2022, p. 18-28.
VIERA, Edilaíse. Conferência de abertura do Curso As Pensadoras Latinoamericanas. Mulheres Indígenas e a Colonização, 16.11.2020, vídeo (2h:10min). [Live]. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=1Auojuk8XnA&t=6008s. Acesso em 25 de mar. De 2022.
ZAPPELLINI, Marcello; FEUERSCHUTTE, Simone. O uso da triangulação na Pesquisa Científica Brasileira em Administração. Revista Administração: Ensino e Pesquisa. Rio de Janeiro, V. 16, n.2, p. 241-273. 2015
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Revista Estudos Feministas

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Revista Estudos Feministas is under the Creative Commons International 4.0 Attribution License (CC BY 4.0), that allows sharing the work with recognition of authorship and initial publication in this journal.
The license allows:
Sharing (copying and redistributing the material in any support or format) and/or adapting (remixing, transforming, and creating from the material) for any purpose, even if commercial.
The licensor cannot revoke these rights provided the terms of the license are respected. The terms are the following:
Attribution – you should give the appropriate credit, provide a link to the license and indicate if changes were made. This can be done in several ways without suggesting that the licensor has approved of the use.
Without additional restrictions – You cannot apply legal terms or technological measures that prevent others from doing something allowed by the license.


